Tramitando em diversos pontos do país com o intuito de levar à frente o programa “Escolas com Fascismo”, disfarçada de “Escola sem Partido”. Além de conflitar com a Lei de Diretrizes de Bases da Educação, a LDB, esses projetos ainda ferem a Constituição Federal no que diz respeito à manifestação do livre pensamento, do pluralismo de ideias e da liberdade de ensinar.
A direita fascista avança sobre os direitos democrático da população. Os professores estão na linha de frente do ataque. O projeto Escola Sem Partido, ou melhor, Escola com Fascismo já é uma realidade, na medida em que a perseguição política se intensifica com o pretexto de que ocorre uma “doutrinação comunista” nas escolas.
Em nível nacional, a categoria, de maioria feminina (80%), está ameaçada pelo projeto de roubo da Previdência que Bolsonaro, Dória e Cia. querem aprovar, aumentando o tempo de aposentadorias para os professores e igualando a idade mínima para aposentadoria de professoras e professores, entre outros crimes que atingem a todos os trabalhadores.
A derrota dessa política reacionária só pode se dar por meio de uma ampla mobilização nas escolas e universidades, enfrentando e colocando a direita para correr, o que só pode ser conseguido com uma ampliação da organização de professores, estudantes e pais, em comitês de luta contra a escola com fascismo. É preciso construir milhares deles. Defender os professores de forma unificada diante das ameaças. Enfrentar e derrotar a direita no terreno da mobilização.
Da mesma forma, essa luta deve estar vinculada à luta contra o governo ilegítimo, por meio da luta pelo Fora Bolsonaro e de todos os golpistas e pela liberdade de Lula e de todos os presos políticos.
É preciso mobilizar para barrar esse tipo de controle e mentira pedagógica que nega a possibilidade de uma educação crítica, de ampla aprendizagem e tenta instaurar um viés conservador, golpista e direitista na Educação, para transformá-la em uma ferramenta de propaganda das ideias reacionárias da direita.




