As enormes manifestações que aconteceram em todo o Brasil no primeiro semestre de 2019, juntando mais de um milhão de pessoas, não podem ser reduzidas apenas a protestos contra os cortes da educação.
A agressão generalizada contra a educação, realizada ao longo de vários governos, foi o estopim para as manifestações que só puderam ser tão impactantes devido a organização prévia de um dos setores mais bem estruturados dos trabalhadores brasileiros: os professores da educação básica e seus sindicatos.
Como essa categoria já esta sob ataque há algum tempo, com o sucateamento da educação pública e o projeto fascista do “escola sem partido”, ela esta mais organizada. Já convocaram uma nova paralisação no dia 13 de agosto, a pauta é pela educação e contra a famigerada “reforma” da Previdência.
No segundo semestre deve-se intensificar a luta contra o desmonte da educação em todos os níveis. A CNTE, mais uma vez, sinaliza com uma paralisação da educação, porém devem-se somar os diversos seguimentos dos explorados, pois a reforma da previdência está a um passo da aprovação.
A população e todo o movimento sindical e operário devem cerrar suas fileiras contra o governo golpista de Bolsonaro. É o momento de partir para ofensiva e adotar a postura de derrubada de todo regime golpista.





