uNa maior cidade do País, o ato que finalizou o dia de greve geral tomou a Avenida Paulista. Marcado inicalmente para se concentrar no MASP, de última hora os organizadores mudaram o local do ato para a frente da FIESP, alegando que a prefeitura havia proibido grandes concentrações no MSP por “problemas estruturais” de reforma do prédio.
Assim, o ato se estendeu próximo do metrô Brigadeiro até depois do MASP. Dezenas de milhares de pessoas tomaram a Paulista contra reforma da Previdência que está sendo imposta por Bolsonaro e os golpistas.
Mas a palavra de ordem que tomou conta do povo que se espalhava por pelo menos dez quarteirões da Avenida foi o Fora Bolsonaro. Não só pelos gritos que saiam da garganta dos manifestantes, e eram muitos, mas também pelas faixas e cartazes espalhados pelo ato. O destaque foi a faixa de 50 metros de comprimento levada pelo PCO que foi estendida na Avenida. Impossível ignorar!
Uma parte do ato caminhou até o centro velho da cidade, mas a Polícia Militar, mais uma vez, agiu contra os manifestantes com bombas de efeito moral e balas de borracha quando uma parte do ato tentava, pacificamente descer pela Rua da Consolação sentido Praça da República.


O PCO levou também suas faixas pedindo a Liberdade para Lula, outra palavra de ordem que estava presente em toda a manifestação. Dezenas de milhares de adesivos “Liberdade para Lula” e Fora Bolsonaro” foram distribuídos.
Também foi a estreia da bateria do PCO, com companheiros entoando as palavras de ordem no ato.
O PCO montou sua banca de materiais e bebidas e foram distribuídos cerca de 500 pirulitos com os cartazes “Fora Bolsonaro, eleições Gerais, liberdade para Lula”, além de milhares de panfletos e abaixo assinado pela liberdade de Lula.
















