Desde o golpe de Estado de 2016, que derrubou a presidenta Dilma Rousseff, intensificou-se a política de ataques à Educação, de um modo geral, e – principalmente – ao ensino público.
Na manhã desta terça-feira, dia nove de abril, dezenas de alunos do Colégio Estadual Nelson Mandela, do Conjunto Médici, em Aracaju (SE), ocuparam a sala do secretário de estado da educação em protesto contra a falta de merenda escolar. Outro problema é a falta de ventiladores nas salas.
Desde o dia quatro de abril, o colégio Nelson Mandela está sem merenda. “Somos alunos do sistema integral e estamos há dois dias sem aula. Queremos providência”, cobra o aluno do 3º ano do ensino médio, Márcio Ângelo.
Trata-se de uma escola arcaica, pois falta merenda e ventilador, algo básico para o funcionamento das escolas, mas parecendo “artigos de luxo” diante da situação em que falta até comida para os alunos. Uma política consciente dos governos golpistas e inimigos do ensino público.
Contra esta política, há muitos protestos e oposição dos professores, denunciando as causas reais do fracasso que estão diretamente relacionadas à política dos governos de destruição do ensino público, que se vê reforçada pela campanha reacionária da direita golpista, a favor da escola com fascismo e a escola sem material.
Por uma imediata mobilização da comunidade escolar, professores e alunos contra o corte de verbas e a favor de um reajuste salarial. Por uma greve geral da educação para barrar todos os retrocessos que estão se intensificando com a eleição fraudulenta de Bolsonaro e seus comparsas.





