Marcelo Marcelino
Membro Auditoria Cidadã da Dívida Pública (ACD) nacional, sociólogo, economista e cientista político, pesquisador do Núcleo de Estudos Paranaenses - análise sociológica das famílias históricas da classe dominante do Brasil e membro do Partido da Causa Operária - Curitiba.
No presente texto procuramos analisar e explicar o processo de financeirização no Brasil, principalmente a partir da década de 1990
As crises agudas de superprodução são ainda mais nítidas na fase da globalização econômica e financeira do imperialismo
As crises agudas de superprodução são ainda mais nítidas na fase da globalização econômica e financeira do imperialismo
A própria Constituição de 1988 abriu uma brecha para a promoção da roubo do orçamento público em benefício dos banqueiros e especuladores
Da série “os presidentes do Banco Central do Brasil, capachos da ditadura militar e do imperialismo”
Mais um membro da classe dominante no controle estratégico do Banco Central no governo militar
Os tecnocratas das instituições estratégicas da economia política estão a serviço da ditadura e do imperialismo desde sempre
Essa coluna é apenas um aperitivo em termos de demonstração de como as imbricações de ordem familiar alteram as configurações das carreiras políticas dos indivíduos
Walmor Marcellino tornou-se um dos inspiradores de gerações de políticos de vertentes nacionalistas e de esquerda no Paraná
Um “inocente” professor da USP como o último presidente do Banco Central na ditadura escondia na aparência suas ligações com o imperialismo
O imperialismo do mercado financeiro investe pesadamente nos seus representantes em conluio com a ditadura na década de 1970
Estamos falando agora, de mais um tecnocrata do Banco Central, que através de fundações e universidades americanas estabelece o vínculo entre o Brasil e os Estados Unidos
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