Guerra no Oriente Próximo

Uma semana de feitos espetaculares da Guarda Revolucionária do Irã

Combatentes da República Islâmica prometem estender operações até a rendição do imperialismo e do sionismo

Na manhã desta sexta-feira (22), dia que marcou o final da primeira semana da guerra no Oriente Próximo, o mundo conheceu o armamento mais avançado que a República Islâmica do Irã já apresentou. Sob o código sagrado “Ya Hussein bin Ali”, o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (CGRI) anunciou a 22ª onda da Operação Promessa Cumprida 4, em retaliação à agressão do imperialismo norte-americano e do Estado de “Israel”. Nesta etapa, o CGRI mobilizou um arsenal tecnológico de ponta, destacando-se o emprego massivo do míssil balístico superpesado Khorramshahr-4, também conhecido como Khaibar. Esta arma, equipada com uma ogiva de duas toneladas e capaz de atingir a velocidade impressionante de Mach 14, foi lançada a partir de bases subterrâneas para destruir alvos de alta prioridade que o imperialismo considerava impenetráveis.

O objetivo central desta fase foi a neutralização completa da arquitetura de vigilância e defesa aérea dos Estados Unidos na região, resultando na aniquilação dos sistemas de radar THAAD posicionados na Jordânia e nos Emirados Árabes Unidos, além da destruição do radar de detecção além-do-horizonte FPS132, o chamado Desert Eye, situado no Catar. De acordo com a Declaração Pública nº 22 do CGRI, o sucesso da operação foi total.

A ofensiva expandiu-se imediatamente para alvos militares diretos, com mísseis Fattah e Khorramshahr-4 atingindo o coração de “Israel” em Telavive, o Aeroporto Ben Gurion e centros de comando em Haifa. O porta-voz do CGRI, General de Brigada Ali Mohammad Naeini, declarou que o imperialismo e o sionismo devem esperar golpes dolorosos em cada nova onda, alertando que novas armas e iniciativas iranianas estão a caminho e ainda não foram utilizadas em sua escala total.

Na sequência imediata, a 23ª onda de ataques, iniciada também sob o código Ya Sahib al-Zaman, focou na erradicação dos centros de agressão imperialista remanescentes. As forças aeroespaciais do CGRI e a Marinha do Exército da República Islâmica coordenaram ataques com enxames de veículos aéreos não tripulados (VANTs) e mísseis de cruzeiro contra a Base Aérea de Al Dhafra, onde hangares de manutenção dos VANTs MQ-9 Reaper e aviões espiões U-2 foram incinerados, e contra a Base Ali Al Salem no Cuaite, onde as pistas de decolagem e depósitos de combustível foram severamente danificados por mísseis balísticos pesados.

O quartel-general de Camp Arifjan, base fundamental para a Marinha norte-americana e o exército americano no Cuaite, também foi alvo de bombardeios precisos que deixaram colunas de fumaça visíveis por toda a região, enquanto o comando militar de Khatim Al-Anbiya confirmava que a infraestrutura de radares do escudo de mísseis sionista foi severamente atingida, deixando os céus dos territórios ocupados sob o rugido constante dos projéteis iranianos. O comunicado nº 23 do IRGC reforçou que a vingança pelo sangue do Aiatolá Saied Ali Khamenei levará à ação ininterrupta das forças armadas do Irã.

Enquanto isso, no território iraniano, o sistema de defesa persa continuou demonstrando sua eficiência, realizando feitos como o abate de um drone Heron sobre Isfahan e pela captura de um Hermes 450 na província de Lorestan. O Exército da República Islâmica declarou em seu comunicado nº 15 que a “batalha de existência e dignidade” continuará até que o “inimigo desprezível” seja forçado ao arrependimento total.

Esta é a primeira matéria da série de retrospectiva, focada no evento que alterou permanentemente a geopolítica do Oriente Médio. O texto segue o padrão jornalístico informativo, com lide claro e exposição de fatos baseados nos comunicados oficiais.

O dia em que tudo mudou: o assassinato do Aiatolá Saied Ali Khamenei

No início da manhã de sábado, 28 de fevereiro, um ataque aéreo covarde executado por uma coalizão entre os Estados Unidos e “Israel” resultou no martírio do Líder do Irã, Aiatolá Saied Ali Khamenei. O bombardeio, que ocorreu enquanto o líder realizava suas funções oficiais em seu escritório, disparou uma escalada militar regional imediata, pondo fim a meses de tensões diplomáticas e desencadeando a “Operação Promessa Cumprida 4”.

De acordo com relatórios confirmados pelo Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC), a ofensiva ocorreu por volta das 09h40 (horário local). Mísseis de alta precisão penetraram as defesas da capital. No momento da explosão, Khamenei estava acompanhado por guardas da segurança nacional.

As investigações preliminares apontam para o uso de munições de penetração pesada fornecidas pelos EUA. O balanço oficial das autoridades iranianas confirmou que o ataque assassinou não apenas a liderança espiritual do país, mas também atingiu martirizou membros do comando militar:

  • Almirante Ali Shamkhani: Secretário do Conselho Supremo de Defesa
  • General Mohammad Pakpour: Comandante das Forças Terrestres do CGRI
    General Mohammad Shirazi: Chefe do Gabinete Militar do Líder Supremo.

Além da cúpula governamental, o ataque vitimou membros da família do Aiatolá e funcionários do escritório, desmentindo a propaganda imperialista de que o Líder vivia em esconderijos remotos. O bombardeio à escola primária Shajarat Tayyiba, na cidade de Minab, resultou na morte de 165 crianças e 14 professores, tornando-se o maior massacre de civis até o momento. O ataque à escola foi classificado pela diplomacia iraniana como o “mais vil crime de guerra deste século”. Imagens de mochilas escolares entre escombros e funerais coletivos de pequenas crianças em caixas brancas causaram uma onda de indignação global.

Em pronunciamento oficial, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netaniahu, denominou a ação como parte da Operação “Rugido do Leão”, alegando ser uma medida para remover uma “ameaça existencial”. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou o discurso, afirmando que a operação visava evitar que o Irã atingisse capacidades nucleares avançadas, declarando que o objetivo final seria uma “mudança de regime”.

Poucas horas após a confirmação do assassinato, o Conselho de Especialistas do Irã e o Conselho Supremo de Segurança Nacional reuniram-se em caráter de emergência. A transição de poder foi acionada conforme o Artigo 111 da Constituição, com um Conselho Provisório liderado pelo presidente Masoud Pezeshkian assumindo a gestão do país.

Nas ruas, a população não recuou. Praças foram inundadas por cidadãos exigindo vingança, enquanto o CGRI emitia seu primeiro alerta: o tempo da diplomacia havia acabado.

Uma resposta espetacular

Menos de doze horas após a confirmação do martírio do Aiatolá Ali Khamenei, o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) deu início à “Operação Promessa Verdadeira 4″. A operação, caracterizada inicialmente por ataques coordenados de mísseis balísticos e veículos aéreos não tripulados (VANTs) de longo alcance, atingiu simultaneamente bases militares dos Estados Unidos e de “Israel” em sete países. No plano estratégico, o Irã executou sua medida mais drástica: o fechamento operacional do Estreito de Ormuz, interrompendo o fluxo de 20% do petróleo e gás mundial.

Sob o comando interino do General Ahmad Vahidi, o CGRI lançou ondas sucessivas de ataques. O objetivo central foi paralisar a capacidade logística e de vigilância aérea norte-americana na região. Segundo boletins do Ministério da Defesa e dados de satélites independentes, os danos foram extensos:

  • Barém: O quartel-general da 5ª Frota Naval dos EUA em Manama sofreu impactos diretos. Terminais de comunicação via satélite e radares ultra-avançados foram destruídos. Estimativas indicam 160 baixas americanas apenas nesta base.

  • Catar: A Base Aérea de Al-Udeid teve seu radar de alerta antecipado AN/FPS-132 (avaliado em 1,1 bilhão de dólares) inutilizado por mísseis de precisão.

  • Cuaite: As bases de Ali Al-Salem e Arifjan foram alvos de dezenas de drones suicidas, resultando na destruição de pistas de decolagem e hangares de caças F-15.

  • Emirados Árabes: Vats atingiram o sistema de defesa THAAD na base de Al-Ruwaiss, cegando o escudo antimísseis regional dos EUA.

Em um comunicado transmitido em rede nacional, o comando naval do IRGC declarou que o Estreito de Ormuz estava “sob controle total da República Islâmica”. Pela primeira vez na história moderna, o Irã impôs um bloqueio físico e eletrônico total à passagem.

Dados da plataforma MarineTraffic confirmaram que mais de 1.100 navios petroleiros e cargueiros ficaram paralisados em ambos os lados do estreito devido a falhas provocadas no GPS e ao temor de ataques. O CGRI alertou que qualquer embarcação de bandeira norte-americana, britânica ou israelense seria incendiada. O impacto foi imediato: o preço do barril de petróleo saltou para níveis históricos, enquanto o Catar declarou “força maior” e suspendeu todas as exportações de Gás Natural Liquefeito (GNL).

“Israel” enfrentou ondas de mísseis que atingiram subúrbios de Telavive e a área de Beit Shemesh, onde a defesa aérea falhou em interceptar ogivas pesadas de fragmentação.

O governo iraniano, através do ministro Masoud Pezeshkian, enviou uma mensagem clara às nações vizinhas: “Não buscamos guerra com nossos vizinhos árabes, mas as bases dos EUA em solo estrangeiro são alvos legítimos. A proteção da soberania iraniana não conhece fronteiras”.

Hesbolá rompe ‘cessar-fogo’

A morte do Aiatolá Khamenei e o massacre em Minab forçaram uma mudança radical no Líbano. O secretário-geral do Hesbolá, Sheikh Naim Qassem, em um discurso histórico, anunciou que a “era da paciência estratégica” havia terminado. No terceiro dia de guerra, o maior partido do Líbano decidiu romper com o “cessar-fogo” que nunca foi respeitado por “Israel”.

  • Ataque a Telavive: Pela primeira vez nesta fase, o Hesbolá coordenou disparos com o Irã, atingindo o complexo militar Rafael e o quartel-general de comando em HaKirya.

  • Caça aos Tanques: Na fronteira sul, unidades da Força Radwan destruíram pelo menos cinco tanques Merkava israelenses que tentavam realizar incursões terrestres em vilarejos como Kfar Kila e Khiam.

  • Ameaça Diplomática: O porta-voz das Forças Armadas iranianas, Sardar Shekarchi, emitiu um aviso final: “se vocês tocarem em nossa embaixada no Líbano, nenhuma embaixada sionista no mundo estará segura”.

A entrada do Hesbolá foi acompanhada por ações de outros membros do Eixo da Resistência:

  • Iraque: A milícia Guardiões do sangue reivindicaram o ataque com enxames de VANTs à base americana no Aeroporto de Erbil e a hotéis que abrigavam prestadores de serviço do exército dos Estados Unidos.

  • Iêmen: O líder do Ansar Alá, Abdul-Malik al-Houthi, declarou prontidão total, chamando a agressão ao Irã de “plano satânico” para redesenhar o mapa do Oriente Médio, e confirmou o abate de VANTs MQ-9 americanos.

O tiro saiu pela culatra

Ao completar sete dias da Operação Promessa Verdadeira 4, o mito da invulnerabilidade tecnológica dos Estados Unidos no Oriente Médio foi completamente destruído. Segundo relatórios oficiais do CGRI e dados de inteligência de campo, o Irã não apenas respondeu à agressão, mas conseguiu penetrar todas as camadas de defesa aérea americanas, transformando bases bilionárias em pilhas de escombros. O resultado é um desastre militar sem precedentes e um caos econômico que já ameaça a estabilidade de todas as bolsas de valores.

A estratégia iraniana focou em um ponto crítico: os radares. Sem os “olhos” de longo alcance, os mísseis Patriot e THAAD tornam-se ineficazes.

  • Destruição de Radares THAAD: O Irã confirmou a aniquilação de pelo menos três sistemas de radar AN/TPY-2 (o coração do sistema THAAD) em bases na Jordânia, nos Emirados Árabes e no Catar. Cada sistema custa cerca de 500 milhões de dólares e leva anos para ser fabricado.

  • O Golpe de 1 Bilhão no Catar: Na Base de Al-Udeid, o radar de alerta antecipado AN/FPS-132, avaliado em 1,1 bilhão de dólares, foi completamente destruído. O governo do Catar confirmou que a instalação está inoperante, deixando as forças americanas vulneráveis a ataques vindos de qualquer direção.

  • Infiltração Total: O porta-voz do CGRI declarou que “não houve uma única base inimiga na região que nossa inteligência não tenha conseguido mapear e nossos mísseis não tenham conseguido atingir”. A facilidade com que mísseis de cruzeiro e VANTs atravessaram o espaço aéreo de nove países (incluindo Chipre e Arábia Saudita) provou que a rede de satélites e radares dos EUA sofreu um colapso sistêmico.

Enquanto o Pentágono tenta conter a divulgação de dados, as fontes oficiais iranianas e os relatórios de campo apresentam números devastadores para o exército dos EUA.

  • Baixas Americanas (segundo o IRGC): O balanço oficial nos cinco primeiros dias indica mais de 650 militares americanos mortos ou gravemente feridos.

  • O Massacre em Manama: Apenas no ataque ao QG da 5ª Frota no Barém, fontes iranianas contabilizam 160 baixas em uma única noite de bombardeio.

  • Pânico: Relatórios de inteligência sinalizam que unidades norte-americanas estão abandonando bases oficiais e tentando se esconder em hotéis civis e instalações diplomáticas na Arábia Saudita e no Cuaite. O CGRI emitiu um aviso: “Hotéis não salvarão os assassinos de Khamenei; nós os caçaremos em qualquer refúgio”.

O fechamento operacional do Estreito de Ormuz pelo Irã já causa efeitos econômicos devastadores.

  • Petróleo e Gás: O barril de Brent já superou os 92 dólares (alta de 30% na semana) e analistas alertam para o risco iminente de chegar aos 200 dólares.

  • Catar em “Força Maior”: A suspensão total da produção de GNL no Catar retirou 20% do fornecimento mundial de gás em um único dia. Na Europa, os preços do gás subiram 93%, ameaçando paralisar as indústrias alemã e britânica.

  • Transporte Marítimo: Mais de 1.100 navios estão parados, sem seguro de guerra. A empresa dinamarquesa Maersk e a alemã Hapag-Lloyd suspenderam todas as rotas pelo Golfo, prevendo um colapso na cadeia de suprimentos global que pode durar meses.

O governo Trump enfrenta uma rebelião interna no Congresso. O senador Richard Blumenthal admitiu que os EUA estão “ficando sem munição” após gastarem mais de 800 mísseis interceptadores em apenas 72 horas — uma quantidade superior à produção anual de todo o país. Com o “cegamento” de seus radares e o esgotamento físico de suas tropas, os EUA entram na segunda semana do conflito em uma posição de desvantagem que poderá levar a um desastre militar ainda maior.

Gostou do artigo? Faça uma doação!

Rolar para cima

Apoie um jornal vermelho, revolucionário e independente

Em tempos em que a burguesia tenta apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe; em tempos em que a burguesia tenta substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular, o Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra tudo isso. 

Diferentemente de outros portais , mesmo os progressistas, você não verá anúncios de empresas aqui. Não temos financiamento ou qualquer patrocínio dos grandes capitalistas. Isso porque entre nós e eles existe uma incompatibilidade absoluta — são os nossos inimigos. 

Estamos comprometidos incondicionalmente com a defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo pobre e oprimido. Somos um jornal classista, aberto e gratuito, e queremos continuar assim. Se já houve um momento para contribuir com o DCO, este momento é agora. ; Qualquer contribuição, grande ou pequena, faz tremenda diferença. Apoie o DCO com doações a partir de R$ 20,00 . Obrigado.

Apoie um jornal vermelho, revolucionário e independente

Em tempos em que a burguesia tenta apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe; em tempos em que a burguesia tenta substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular, o Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra tudo isso. 

Diferentemente de outros portais , mesmo os progressistas, você não verá anúncios de empresas aqui. Não temos financiamento ou qualquer patrocínio dos grandes capitalistas. Isso porque entre nós e eles existe uma incompatibilidade absoluta — são os nossos inimigos. 

Estamos comprometidos incondicionalmente com a defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo pobre e oprimido. Somos um jornal classista, aberto e gratuito, e queremos continuar assim. Se já houve um momento para contribuir com o DCO, este momento é agora. ; Qualquer contribuição, grande ou pequena, faz tremenda diferença. Apoie o DCO com doações a partir de R$ 20,00 . Obrigado.

Quero saber mais antes de contribuir

 

Apoie um jornal vermelho, revolucionário e independente

Em tempos em que a burguesia tenta apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe; em tempos em que a burguesia tenta substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular, o Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra tudo isso. 

Se já houve um momento para contribuir com o DCO, este momento é agora. ; Qualquer contribuição, grande ou pequena, faz tremenda diferença. Apoie o DCO com doações a partir de R$ 20,00 . Obrigado.