O governo egípcio afirmou ter recebido sinais positivos da ditadura sionista sobre uma proposta de cessar-fogo na Faixa de Gaza, informaram fontes de segurança à agência de notícias Reuters na última quinta-feira (27). O plano inclui uma fase de transição com o partido Hamas liberando cinco reféns israelenses por semana, além de mais ajuda humanitária ao enclave. Uma delegação egípcia partiu para o Catar na quinta-feira para discutir os termos, reportou a TV estatal Al Qahera News.
As negociações, mediadas por Egito e Catar, buscam retomar o cessar-fogo rompido em março, quando “Israel” bloqueou ajuda a Gaza, segundo a UNRWA em 26 de março. O Hamas exige garantias de retirada total das tropas sionistas, enquanto Netaniahu insiste em manter controle militar, informou o Al Jazeera em 25 de março. Desde outubro de 2023, mais de 50 mil palestinos morreram, conforme o Ministério da Saúde de Gaza.
A proposta segue discussões em Doha, onde o enviado americano Steve Witkoff sugeriu liberar 11 reféns vivos e metade dos mortos, noticiou o sítio norte-americano Axios em 15 de março. O Egito busca evitar nova escalada, após ataques do Ansar Alá a “Israel” na mesma semana, relatou à agência de notícias síria SANA em 27 de março.




