A Copa do Mundo de 2022 no Catar está chegando ao fim, no entanto, ao que parece, os ataques contra o país-sede do evento estão bem longe de terminar. O holofote da vez é o lucro que empresas chineses tiveram com negócios ligados ao torneio.
Exemplos disso são a Power Construction Corporation, empresa chinesa que projetou e construiu uma usina de energia fotovoltaica, a primeira no Catar, a tempo para a Copa. Além dela, também teve China Railway Construction Corporation, responsável por erguer o estádio Lusail, palco da final da competição, que acontecerá neste domingo, às 12h (horário de Brasília).
Além disso, o governo chinês contribui para que esse sucesso nos negócios seja possível. Recentemente, Xi Jinping se encontrou com lideranças de países árabes e de países do Golfo, procurando estreitar os laços numa região onde os EUA ainda tem poder.
Por isso, e pelo amplo apoio a luta dos palestinos contra o massacre promovido pelo governo de Israel, que a Copa no Catar é amplamente criticada, já que, na teoria e ao que parece, ninguém pode lucrar a partir do evento e as manifestações políticas que ferem os interesses imperialistas devem passar bem longe de torneios desse porte.




