Os servidores municipais de Florianópolis da saúde, educação e assistência social fizeram uma assembleia no dia 9 de fevereiro e deflagraram uma greve por tempo indeterminado.
Os servidores são contra a privatização, por isso, iniciaram a greve. O informe veio através do sindicato da categoria. Essa deve ser a política que deve ser seguida por todas as categorias e que a greve precisa se intensificar.
Existem as outras pautas além da privatização que é o principal combustível do movimento. Os servidores da saúde estão pedindo reajuste, os da educação reivindicam que a prefeitura não cumpriu o acordo coletivo com a categoria. Na assistência social, os trabalhadores querem que o município chame os aprovados no concurso.
A prefeitura quer destruir o funcionalismo com a privatização, a greve é necessária e crucial no momento que os estados e municípios estão fazendo as reformas administrativas para destruir os empregos públicos.
É preciso apoiar e ampliar a luta dos trabalhadores, pois a iniciativa pública e a privada estão amargando diversas derrotas para os servidores. Todo apoio aos servidores e pela ampliação por uma greve nacional.
Precisamos construir uma greve geral que tenha como principais reivindicações o Fora Bolsonaro e o Lula Presidente. É preciso derrotar o golpe e sua política de terra arrasada onde os trabalhadores pagam a conta pela crise.




