A Lava Jato, reconhecida por seus métodos arbitrários fez mais uma vítima. Desta vez, o herdeiro da construtora OAS, investigada pela operação como forma de destruir os grandes capitalistas brasileiros em favor do imperialismo e para perseguir Lula e o PT, morreu na quinta-feira (25). César Mata Pires Filho não resistiu a pressão e a tortura psicológica.
Pires Filho já havia infartado durante interrogatório ao juiz federal Luiz Antonio Bonat, no dia 8 de julho, na 13ª Vara Federal de Curitiba.
A morte foi confirmada pelo advogado do empresário, Aloisio Medeiros.
Essas mortes, dos investigados pela Lava Jato são constantes, uma vez que a operação utiliza-se de métodos de tortura para conseguir informações. Por meio de extorsão, coação e chantagem, a operação atua de forma totalmente arbitrária.
Com a morte de Pires Filho, a Lava Jato mata mais um da família. O pai dele, César Mata Pires, morreu no dia 22 de agosto de 2017.
Filho era alvo de uma ação penal que trata sobre supostas fraudes e propinas de mais de R$ 60 milhões na construção da Torre de Pituba – sede da Petrobras em Salvador.
É preciso denunciar constantemente esta operação, que procura introduzir uma ditadura no país, sendo um pilar fundamental do golpe de Estado e das violações dos direitos democráticos, como revelado pelas últimas tentativa de censura e repressão do ex-juiz Sérgio Moro, em relação aos supostos “hackers”.





