Os trabalhadores do Banco do Brasil vêm comendo o pão que o diabo amaçou desde o início do golpe.
A política dos golpistas neoliberais, dentre eles os que se encontram à frente da direção do Banco do Brasil, é de implementação de uma política de terra arrasada contra os trabalhadores e o banco estatal, com um objetivo claro de privatização.
Fechamento de centenas de agências, demissão em massa, através dos famigerados Planos de Demissões “Voluntária” (PDV), ataque os planos de saúdes dos trabalhadores, remanejamento de funcionários, descomissionamentos são apenas alguns exemplos dos ataques desferidos pela direção golpista do BB aos seus funcionários.
Em mais uma dessas investidas, a Superintendência Regional de Brasília está pressionando as dependências do banco destitua o funcionário da sua função comissionada se o mesmo tiver ação na justiça contra o banco em relação ao pagamento das 7ª e 8ª horas, dos funcionários, trabalhadas e não pagas pela instituição (a jornada de trabalho do bancário é de 30h semanais, o banco vinha sistematicamente descumprindo a lei o que gerou um enorme passivo trabalhista).
Há denúncias dos trabalhadores, de dependências do banco, em Brasília, (por motivo de segurança contra novas retaliações não iremos revelar de onde vieram as denúncias) de descomissionamentos de funcionários, pelas gerências, por pleitearem na justiça o seu direito de receber essas horas trabalhadas e não pagas.
Vigora dentro da empresa uma verdadeira ditadura que visa aumentar os ataques aos bancários.
As ameaças e descomissionamentos, feita pelos privatistas que se instalaram na direção do banco com o golpe de estado, têm como principal fundamento eliminar o gigantesco passivo trabalhista e abre o caminho para a entrega desse patrimônio, que é do povo brasileiro, nas mãos dos banqueiros privados que querem abocanhar, de qualquer jeito, uma empresa com mais de R$ 1,4 trilhão em ativos.




