O Brasil enfrentará o Haiti pela segunda rodada da Copa do Mundo no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, na sexta-feira (19), às 21h30. O Centro Cultural Benjamin Perét (CCBP) transmitirá o jogo em suas sedes nas capitais do país, com confirmação de São Paulo e Porto Alegre até o momento do fechamento desta edição. A partida dá sequência à campanha brasileira no Grupo C, depois da estreia contra o Marrocos.
O Jogo do Brasil contra o Haiti será transmitido em São Paulo na Rua Conselheiro Crispiniano, 73 – República. Em Porto Alegre a transmissão será na rua Vigário José Inácio, 788, em frente ao Hotel Embaixador. A entrada será gratuita com bebidas e petiscos cobrados à parte.
A transmissão coletiva no CCBP segue o modelo adotado para o primeiro jogo da seleção. As transmissões coletivas da seleção no último jogo ocorreu nas sedes de São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Curitiba, oferecendo chope ou cerveja e petiscos em todas. Em Curitiba o jogo chegou a ter churrasco oferecido sem custo aos espectadores pelo bar de imigrantes haitianos que organizou a atividade junto ao CCBP da cidade.
O confronto contra o Haiti é o segundo compromisso do Brasil na fase de grupos. A Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA) alterou anteriormente o horário dessa partida, que estava marcada para 22h e passou para 21h30 no horário de Brasília. A seleção está no Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. Depois do jogo de sexta-feira, o Brasil encerra a primeira fase contra a Escócia, no dia 24 de junho, às 19h, no estádio de Miami.
A atividade do CCBP transforma o jogo em evento político, cultural e popular. A Copa costuma reunir pessoas que acompanham futebol diariamente e também quem só se mobiliza em época de Mundial. A proposta de assistir coletivamente permite que a partida deixe de ser apenas um consumo individual em casa ou em bares comerciais e se converta em ponto de encontro. O futebol, nesse contexto, aparece como festa popular e espaço de convivência.
O chamado para acompanhar o Brasil contra o Haiti tem ainda um sentido de continuidade. O CCBP já havia defendido que a seleção brasileira deve ser tratada como patrimônio do povo trabalhador, não como símbolo apropriado pela direita. Ao reunir torcedores em suas sedes, o centro cultural busca disputar a camisa, a bandeira e a festa da Copa. A segunda partida será decisiva para o caminho do Brasil no grupo e para manter viva a campanha rumo ao sexto título mundial.





