Onze palestinos ficaram feridos durante uma nova invasão das tropas sionistas ao campo de refugiados de Calândia, ao norte da Jerusalém ocupada. Os militares dispararam contra os moradores e espalharam gás lacrimogêneo pelas ruas do campo.
Calândia é atacada repetidamente pelo exército de ocupação. As incursões incluem invasões de casas, detenções em massa, agressões, bloqueio de ambulâncias e transformação de residências palestinas em postos militares.
Em uma operação realizada no fim de abril, cerca de 120 casas foram invadidas e danificadas. Aproximadamente 100 moradores foram expulsos temporariamente de três edifícios utilizados pelas tropas como bases militares, enquanto dezenas de palestinos foram detidos e interrogados.
Na aldeia de Mas-ha, colonos sionistas incendiaram casas palestinas. Esses bandos armados atacam sob a proteção do exército, que restringe a circulação dos moradores e reprime qualquer tentativa de defesa.
Os colonos destroem residências, plantações, veículos e reservatórios de água para obrigar os palestinos a abandonar suas terras. Em seguida, os terrenos são ocupados por assentamentos ligados ao Estado sionista.
A violência dos colonos aumentou junto com as operações militares na Cisjordânia. Somente nos primeiros meses de 2026, mais de 700 ataques que causaram feridos ou danos materiais foram registrados em mais de 200 comunidades palestinas.
Em Calândia, as tropas atacam diretamente a população. Em Mas-ha, deixam o serviço de destruição para os colonos. Ambos atuam para expulsar os palestinos e ampliar a ocupação.




