A insossa ex-candidata a prefeito Tabata Amaral (PSB-SP) apareceu essa semana com um projeto de lei propondo colocar na cadeia os críticos ao Estado terrorista de “Israel”. Com suposta ajuda do lobista Bruno Bimbi, ex-integrante do PSOL, ela teria convencido deputados de PT e da Rede a assinar o seu projeto criminoso. Os parlamentares acabaram voltando atrás, sugerindo terem sido vítimas de um aplique da moça financiada pelo bilionário Jorge Paulo Lemann.
É um escândalo. No momento em que “Israel” está agredindo covardemente a República Islâmica do Irã e o Líbano, no momento em que esta entidade terrorista se orgulha de assassinar dezenas lideranças de um das civilizações mais antigas do planeta, deputados brasileiros conspiram para blindar o sionismo de seus crimes.
A semana, no entanto, revelaria mais surpresas. Conforma denunciado pelo portal Opera Mundi, o Ministério das Relações Exteriores do governo Lula se prepara para encontrar representantes do sionismo no Brasil — incluindo sua principal organização, a Confederação Israelita do Brasil (Conib). Chama a atenção que o Opera Mundi tem como seu editor o jornalista Breno Altman, que, por sua vez, é membro do mesmo partido que o presidente da República. Mas enquanto o governo nada fez para proteger Altman e outras tantas pessoas da perseguição sionista, ele decidiu se confraternizar com a entidade que vem tentando censurar o jornalista de maneira implacável.
O que será que os representantes de “Israel” querem logo agora com o governo Lula? O motivo é óbvio: o apoio a seu projeto fascista. Não é à toa que ele surge de elementos com trânsito na esquerda. O sionista Bruno Bimbi já integrou este que é provavelmente o partido mais sionista da esquerda: o PSOL. A “musa” do projeto é do partido do vice-presidente da República e já foi apresentada, no início de sua carreira, como alguém de esquerda. Ela, por sua vez, procurou atrair justamente os deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). Assim como os lobistas procuram pressionar os membros do governo Lula.
A operação visa a esquerda porque, entre a direita, há consenso em leis criminosas como essa. Aprovar a lei com o apoio da esquerda, no entanto, ajudaria a desmoralizar a esquerda perante a luta em defesa da Palestina e ainda daria mais “legitimidade” no momento em que a lei começasse a ser aplicada.
É curioso que essa gente atua incessantemente dentro do Brasil para satisfazer os interesses de outro país. Por que o Brasil, país com tantos problemas a serem resolvidos, país duramente oprimido pelo imperialismo, deveria estender a mão para assassinos de criança covardes e que se fazem de vítima? O Brasil tem compromisso com os oprimidos — com seus irmãos venezuelanos, palestinos, iranianos.
É evidente que há uma atividade de infiltração no Estado brasileiro. Os sionistas, que já atuam em órgãos como o Poder Judiciário e a Polícia Federal, agora sentem a necessidade de assumir maior controle do Estado brasileiro. Essa, na verdade, é uma tendência mundial. Quanto mais o Estado de “Israel” se desmoraliza internacionalmente por seus crimes de guerra e seus fracassos militares, mas o lobby sionista precisa investir na censura e na repressão.
Todo esse esforço, contudo, será em vão. Vosso serviço, senhores sionistas, não darão conta de impedir o povo brasileiro de demonstrar o seu apoio à luta anti-imperialista e seu nojo dos opressores.





