O governador Jorginho Mello anunciou a compra e apresentação de novos fuzis e carabinas para a Polícia Civil de Santa Catarina na quarta-feira (15). O governador divulgou em vídeo nas redes sociais armamentos de origem canadense e israelense destinados ao reforço das forças policiais. No anúncio, o governador afirmou que o objetivo é aumentar a capacidade letal da polícia em confrontos com “criminosos”.
Segundo as informações divulgadas, o governo estadual adquiriu cerca de 400 armas de diferentes modelos, incluindo o fuzil canadense de precisão Cadex Kraken calibre .308, além do fuzil Arad 7,62 por 51 milímetros e a carabina Arad 5,56 por 45 milímetros, ambos de fabricação israelense.
Em declaração pública, Jorginho Mello afirmou que a medida visa garantir que a polícia esteja “um passo à frente do crime”, destacando que o objetivo seria aumentar a capacidade de resposta das forças de segurança em situações de confronto. O governador também declarou que “criminosos devem compreender que enfrentar a polícia resultaria em consequências letais”, reforçando o caráter repressivo da medida.
A aquisição de armas de origem israelense é expressão da profunda cooperação entre forças de repressão brasileiras e o Estado de “Israel”, envolvendo treinamento, intercâmbio e fornecimento de equipamentos. Um caso recente frequentemente citado nesse debate é o de Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos, assassinada por policiais militares em São Paulo. Segundo relatos e registros em vídeo, após ser baleada, houve impedimento de que populares acionassem socorro médico imediato, causando sua morte. Episódios desse tipo são exemplos de práticas que se assemelham a métodos utilizados por forças israelenses em seu genocídio contra o povo palestino.





