A mobilização de estudantes na França provocou atos de solidariedade em diferentes países europeus. A Liga Internacional Antiimperialista, seção francesa, convocou apoio internacional à revolta estudantil, e organizações em outros países realizaram manifestações e divulgaram declarações.
Na cidade alemã de Bremen, centenas de jovens foram às ruas em 17 de outubro sob a palavra de ordem “É justo rebelar-se”. Em Berlim, estudantes também protestaram contra planos de militarização e apontaram as ocupações e bloqueios de escolas franceses como exemplo de mobilização.
No dia seguinte, estudantes gregos e franceses se reuniram em Atenas para apoiar os protestos e denunciar a repressão policial na França. Houve ainda uma manifestação em frente à embaixada francesa em Haia, nos Países Baixos, e um ato em Lisboa, onde militantes ergueram uma faixa em homenagem à juventude francesa.
Organizações na Noruega e na Itália publicaram posicionamentos de apoio. Segundo o levantamento do Heraldo Rojo, a solidariedade atravessou fronteiras enquanto estudantes franceses mantinham a luta por escolas e contra a repressão.






