A roubalheira no jogo da Argentina contra o Egito fez cair a máscara de uma das maiores fraudes já fabricadas pelo futebol mundial: a farsa Messi.
Lionel Messi sempre um jogador medíocre, promovido artificialmente pelo grande capital, pela Fifa, pelos patrocinadores e pela imprensa burguesa internacional como se fosse um gênio incomparável. A verdade é que Messi foi transformado em produto mundial para servir de contraponto ao futebol brasileiro, aos verdadeiros craques, ao futebol criativo, ao futebol-arte, encarnado em jogadores como Neymar.
O que aconteceu contra o Egito torna impossível esconder a fraude. A Copa está sendo roubada para a Argentina. E, desta vez, a indignação não ficou restrita a este Diário, nem aos torcedores brasileiros que há muito percebem o tratamento especial dado ao argentino. Jogadores, comissão técnica, torcedores e até setores da própria imprensa burguesa foram obrigados a reconhecer que a partida foi decidida pela arbitragem.
A Argentina estava sendo derrotada por 1 a 0 quando o árbitro francês François Letexier recebeu a primeira ordem decisiva do VAR. Aos 12 minutos do segundo tempo, Haissem Hassan arrancou da intermediária, deu uma caneta em Tagliafico e acionou Mohamed Salah. A jogada terminou com Zico completando para o gol. Seria 2 a 0 para o Egito. O árbitro, no entanto, voltou vários segundos na jogada para marcar uma suposta falta de Attia sobre Lisandro Martínez.
Foi uma decisão absurda. O Egito havia recuperado a bola, construído um contra-ataque inteiro e marcado um gol limpo. O VAR, porém, rebobinou a jogada até achar um pretexto para salvar a Argentina. Na prática, tirou dos egípcios um gol que deixaria Messi e companhia à beira da eliminação.
Poucos minutos depois, aos 21, o Egito fez novamente o segundo gol. Salah puxou contra-ataque, tocou para Hassan, que cruzou rasteiro para Zico marcar. Dessa vez, não houve como anular. O Egito vencia por 2 a 0 e mostrava em campo uma superioridade que desmontava toda a propaganda construída em torno da Argentina.
A partir daí, entrou em ação o verdadeiro time da Fifa. A Argentina diminuiu, empatou com Messi e, aos 46 minutos do segundo tempo, veio o roubo principal. Salah foi empurrado e desarmado por Julián Álvarez dentro da área egípcia. Letexier mandou seguir. O VAR, que minutos antes havia voltado até a origem da jogada para anular o gol africano, agora ficou calado. Na sequência, a Argentina saiu em contra-ataque, Lautaro Martínez cruzou e Enzo Fernández marcou o gol da virada.
Quando o lance favorecia o Egito, a arbitragem voltou no tempo até encontrar uma desculpa. Quando o lance favorecia a Argentina, ignorou a falta na origem do gol. Antes disso, Fathy também havia caído na área depois de contato e puxão de camisa de Mac Allister. Nada foi marcado.
Essa diferença de tratamento resume a farsa Messi. A mesma seleção que, na Copa anterior, recebeu uma sequência escandalosa de pênaltis em momentos decisivos voltou a ser empurrada pela arbitragem. Agora, de maneira ainda mais grosseira.
O próprio pênalti marcado para a Argentina aos 18 minutos do primeiro tempo entrou nessa conta. Tagliafico caiu na área em disputa com Hassan, e Letexier apontou a marca da cal. Messi cobrou, mas Shobeir defendeu. O argentino, aliás, bateu mais um recorde negativo: tornou-se o primeiro jogador a perder dois pênaltis em uma mesma edição de Copa do Mundo, sem contar disputas por penalidades. Já havia desperdiçado contra a Áustria. Agora parou no goleiro egípcio.
Esse dado é importante porque destrói outra parte da farsa. O jogador apresentado como gênio precisa de um número anormal de pênaltis, de proteção de árbitros, de uma equipe inteira trabalhando para ele e de um aparato publicitário internacional para sustentar a própria lenda.
É justamente aí que aparece a diferença com Neymar. Neymar é um craque de futebol. É um jogador criativo, brasileiro, capaz de inventar jogadas, quebrar a marcação, dar vida ao jogo. Por isso mesmo, é odiado pela imprensa burguesa brasileira e internacional. Se Neymar perde uma bola, é massacrado. Se sofre falta, é acusado de simulação. Se reclama, é tratado como mimado. Se decide, tentam diminuir o feito.
Com Messi ocorre o contrário. Quando pisa em adversário, é perdoado. Quando perde pênalti, a propaganda procura outro assunto. Quando é carregado pela arbitragem, dizem que é “épico”. O futebol real é substituído pela propaganda.
O caso contra o Egito ficou ainda mais grave nos minutos finais. O banco egípcio protestou contra o roubo. Hossam Hassan recebeu cartão amarelo. Em seguida, cruzou os braços formando um “X”, gesto oficial do protocolo antirracismo da Fifa. Pelas regras da própria entidade, o gesto deve abrir procedimento específico, com paralisação da partida, anúncio no estádio e, em caso de continuidade, suspensão ou encerramento do jogo. Letexier ignorou tudo e puniu o técnico.
Depois do jogo, Hossam Hassan não tergiversou. Disse que houve “pressões do lado da Argentina”, afirmou que não viu “respeito nem jogo limpo” e declarou que “queriam o Messi no Mundial”. Também afirmou que a partida foi manipulada.
Zico, autor de um dos gols egípcios, também denunciou a armação. O atacante afirmou que o árbitro “não queria” a vitória do Egito, disse que a partida foi “direcionada” e ironizou: “Parabéns para a Argentina, mais uma vez campeã da Copa do Mundo, pelo visto”.
Até Salah, mais cauteloso, deixou claro que todos viram o que aconteceu. “Prefiro não comentar. Todos viram o que aconteceu”, afirmou.
O que todos viram foi uma seleção africana vencer esportivamente a Argentina e ser eliminada pelo apito. O Egito fez 2 a 0, teve outro gol anulado de maneira escandalosa, reclamou dois lances capitais dentro da área e sofreu o gol da virada em jogada originada de falta não marcada sobre Salah. Não existe explicação técnica capaz de justificar esse conjunto.
A Federação Egípcia de Futebol apresentou queixa formal à Fifa contra Letexier e sua equipe. Pediu investigação, afastamento dos árbitros do restante da Copa e denunciou “dois pesos e duas medidas”. A entidade afirmou que o Egito foi privado de um gol legal e de um pênalti claro.
O escândalo revela a própria natureza da operação Messi. O Brasil produziu Pelé, Garrincha, Rivelino, Zico, Romário, Ronaldo, Ronaldinho, Neymar e uma quantidade enorme de jogadores que fizeram do futebol uma arte popular. A Argentina, para sustentar Messi como maior jogador da história, precisa apagar essa tradição e transformar um jogador previsível, sem brilho comparável ao dos grandes brasileiros, em mito mundial.
Se Messi fosse o gênio que dizem, não precisaria de gol anulado contra o adversário, pênalti inventado a seu favor, pênalti não marcado contra sua equipe, VAR seletivo e árbitro protegendo a Argentina até o último minuto. Precisaria apenas jogar futebol.





