A crise econômica mundial reaberta com muita intensidade esta semana com a derrubada das principais bolsas de valores do mundo, tendo uma forte repercussão no Brasil, somente veio agravar a crise do governo Bolsonaro. A convocação de um ato pró- governo para dia 15 de março, tendo o Congresso Nacional como principal alvo, colocou abertamente a necessidade de uma resposta nas ruas dos movimentos populares, sindicais e da esquerda em geral.
Neste conjuntura, seria fundamental e necessário um contra ato no dia 15 para combater os bolsonaristas, infelizmente as organizações de esquerda não fizeram este chamado.
De qualquer forma, foram convocados três atos e mobilizações em março: no dia 8 de março ( Dia Internacional da Mulher trabalhadora), dia 14 de março ( 2 anos dos assassinatos de Marielle Franco) e 18 de março( paralizações e greves em defesa da educação e do serviço público).
A primeira dessas datas, o dia 8 de março foi marcada por uma forte adesão popular a luta pelo Fora Bolsonaro, com a participação entusiástica das mulheres na luta contra um governo que ataca duramente os direitos das mulheres.
A questão central é não somente mobilizar e fazer grandes manifestações no dia 14 e sobretudo no dia 18 de março, mas ter um eixo claro, a luta pelo Fora Bolsonaro. È preciso colocar em relevo a derrubada do governo Bolsonaro e de todos os golpistas. Por isso, a constituição de colunas pelo Fora Bolsonaro nos atos em todo país é a expressão da luta pela independência em relação as variantes golpistas.





