Buroracia genocida

Burocracia da Unicamp quer retomar aulas em novembro

Para barrar os ataques, estudantes devem mobilizar por um governo tripartite

A Unicamp confirmou na noite desta segunda-feira (14) que definiu um calendário para retomada gradual das atividades presenciais nos campi, suspensas há seis meses em virtude da pandemia do novo coronavírus. Entre as medidas previstas em protocolos e diretrizes está o planejamento para aplicações de testes RT-PCR em toda a comunidade, incluindo professores, funcionários e alunos.

Retomada das atividades na Unicamp

19/10: até 20% de servidores;

02/11: até 40% de servidores;

16/11: até 60% de servidores, até 25% de alunos de graduação, pós-graduação e extensão e até 25% de crianças atendidas pelo Centro de Convivência Infantil/Serviço Socioeducativo;

30/11: até 80% de servidores, até 50% de alunos de graduação, pós-graduação e extensão e até 50% de crianças atendidas pelo Centro de Convivência Infantil/Serviço Socioeducativo;

14/12: até 100% de servidores, até 75% de alunos de graduação, pós-graduação e extensão e até 75% de crianças atendidas pelo Centro de Convivência Infantil/Serviço Socioeducativo;

23/12 a 04/01/2021 – recesso de fim de ano

04/01/2021: até 100% de servidores, até 100% de alunos de graduação, pós-graduação e extensão e até 100% de crianças atendidas pelo Centro de Convivência Infantil/Serviço Socioeducativo;

Política genocida apoiada pela burocracia acadêmica

É necessário deunciar a política genocida da burguesia apoiada pela burocracia acadêmica. Hoje não se sabe ainda com quantos mortos o Brasil chegará até o final do ano, vítimas da COVID19. Dito isso, a preocupação não deveria ser a volta das aulas presenciais, justamente o contrário, isto se trata de um risco desnecessário das vidas das pessoas.

Mas que já está claro, e na verdade deveria estar para a esquerda mesmo antes da pandemia, é que não há nenhum tipo de possibilidade de aliança com os golpistas. Não apenas o governo Dória, mas todos os outros governadores que seguem a mesma política de Bolsonaro, estarão dispostos a levar essa política genocida até o fim. Seja ele qual for.

A atitude da reitoria demonstra como as instituições não estão preocupadas com a população no Brasil durante a pandemia e que, na verdade, se utilizam do período para implementar políticas de destruição do ensino público, como o próprio ensino remoto.

Os alunos da Unicampi de se mobilizar por um governo tripartite

Fica claro aqui a necessidade dos estudantes de mobilizarem pela construção de um governo tripartite, controlado de maneira igualitária por professores, alunos e funcionários.
 
Para acabar com a burocracia universitária genocida.
 
Esse é o programa da Aliança da Juventude Revolucionári, Juventude do PCO, para a Universidade.
 

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