Na última terça-feira (3), houve nova paralisação com assembleia legislativa, em frente à ALESP, para pressionar o governo golpista de João Doria, que há um quase um mês vem tentando aprovar a famigerada “reforma” da Previdência que vai liquidar com a aposentadoria dos milhões de servidores estaduais, inclusive os professores.
As votações sempre ocorrem entre segunda e quarta-feira da semana. No último dia 3 de dezembro, ocorreu uma assembleia que aprovou a continuidade das paralisações na próxima terça-feira dia (10) para barrar novamente à “reforma”.
No dia da assembleia, é preciso organizar uma ampla mobilização e começar uma greve para não terminar o ano letivo e com isso, não entregar as notas. O objetivo dos golpistas é destruir a escola pública e mandar embora milhões de funcionários dos diversos setores, como saúde, educação, entre outros. O governo golpista de Doria, que tem aplicado ferozmente a política da extrema direita bolsonarista, está querendo “roubar” milhões do funcionalismo público, pois vai aumentar a alíquota para 14% e aumentar o tempo de contribuição.
Porém, o funcionalismo tem que ultrapassar o limite do parlamento. Deve sim continuar pressionando, mas aumentar a ofensiva com uma greve para ganhar as ruas e a população, para derrotar definitivamente o governo golpista de Doria.
A história recente dos professores paulistas mostrou que somente uma greve com ocupação é capaz de barrar os retrocessos. A greve de 2015 barrou, e depois a ocupação de mais de 200 escolas barrou a famigerada “reorganização” que fecharia mais de 1.000 escolas.
Na próxima assembleia, no dia 10 de dezembro, na ALESP, os professores devem abandonar as ilusões do parlamento e decretar uma greve poderosa que se una ao funcionalismo de todo o Brasil para colocar em xeque o governo golpista de Jair Bolsonaro, João Doria e seus aliados.





