Da redação – Para aprovar a reforma da Previdência, ou, no caso, o roubo da Previdência dos trabalhadores, o governo de Jair Bolsonaro liberou um assalto ainda maior aos cofres públicos – no valor de R$ 3 bilhões em emendas parlamentares.
Isso, que nos governos anteriores era chamado de “toma lá, da cá”, agora, significa que, durante as negociações para conquistar apoio ao projeto, quase R$ 1 bilhão foi retirado do orçamento do Ministério da Educação (MEC), para destruir o ensino público e foi para o bolso da direita golpista. Este novo assalto, será regulamentado por um projeto de lei do Executivo, encaminhado nesta terça-feira (6), para garantir a compra dos deputados.
É preciso dizer que o valor de R$ 926 milhões, representando 16% dos R$ 5,8 bilhões bloqueados do MEC, foi retirado de universidades como a UFRJ e a UFPE, que estão à beira da falência completa, bem como da manutenção da educação infantil, concessão de bolsas na educação superior e básica e apoio ao funcionamento de instituições federais de ensino. É um ataque frontal para acabar de vez com a educação e trazer o projeto “Future-se” para a privatização das universidades públicas.
Assim, o governo que perdoou a divida dos bancos e das maiores empresas que roubaram a previdência, agora, retira verbas de setores primordiais para a vida do povo brasileiro: saúde, educação e moradia.





