Como temos visto, os golpistas estão acabando com tudo que é brasileiro. Todas as nossas riquezas estão sendo entregues de bandeja ao imperialismo internacional.
Com a cultura é a mesma coisa. Desde o governo golpista do Temer, esse setor vem sofrendo vários ataques. Com o ilegítimo Bolsonaro, não é diferente. Como se não bastasse ter acabado com o Ministério da Cultura, e os cortes feitos em diversas áreas culturais, o que está na mira agora é a indústria cinematográfica.
Recentemente Jair Bolsonaro disse que pretende extinguir a Ancine (Agência Nacional do Cinema) e “criar um filtro” para uso do dinheiro público em produções áudio visuais.
Diante essa declaração, a Folha de S. Paulo, entrevistou o produtor Rodrigo Teixeira, que tem no currículo longas como “Alemão”, “Tim Maia”, “Frances Ha” e “Me chame pelo Seu Nome”, que foi indicado a Oscar de melhor filme.
Ao ser perguntando se ele pretende continuar produzindo filmes no Brasil, mesmo num momento tão turbulento para o cinema, Rodrigo afirma que sim. Diz que é preciso “dialogar com o governo, mostrar que geramos empregos e pagamos impostos”.
Segundo Rodrigo, existe sim um diálogo com o governo, e os produtores devem debater “como empresários, com foco na economia”.
“Vamos ter que conversar. Bem ou mal, o presidente foi eleito democraticamente”, diz o produtor ao ser questionado sobre o “filtro” que Bolsonaro citou.
Essa postura do produtor, é totalmente equivocada, é contrária à opinião de todos os profissionais da área.
Como ele, que era pra ser o maior interessado no futuro do áudio visual brasileiro, fala em dialogar com um cidadão que desde o começo do governo só demonstra desprezo pela cultura do País?
Ao invés de “dialogar com o governo”, os produtores e todos os artistas deveriam se unir e denunciar esses cortes, exigir que a cultura brasileira seja mantida e, claro pelo FORA BOLSONARO E TODOS OS GOLPISTAS!




