Ainda está um diz-que-me-diz se o comentarista Marco Antonio Villa foi demitido, condenado a 30 dias de férias forçadas, foi colocado na geladeira ou os 30 dias são de aviso prévio: o fato é que ele está fora da Rádio Jovem Pan, e ele exibiu um papel onde se lê que ele não deve aparecer na emissora por 30 dias. De início ele estrilou, gravou um video em que diz que “não é moleque” e esperneia. Depois, tomou uma água com açúcar e passou um pano na situação, dando a entender que pode não ser uma ausência definitiva, apenas algo temporário devido a uma tal reestruturação lá da rádio.
Vamos esperar os 30 dias para ver. Mas, o fato é que ele está “fora do ar”.
Isso nos leva à reflexão que ele é cria da direita e a Rádio Jovem Pan deveria ser seu lar. Entretanto, ocasionalmente, a direita precisa controlar as feras que cria e colocá-las para dormir ou para fora, por extrapolarem, por passarem de algum limite, para não perder audiência ou patrocinador. Foi assim com Reynaldo Azevedo, Joyce Hasselmann, Alexandre Garcia, William Waack e agora o Villa.
Saiu uma fofoca de que o próprio Bolsonaro teria pedido a cabeça dele. Villa teria feito muitas críticas, recentemente, a Bolsonaro, desde que o provável candidato dele, Alckmin, ficou na curva. Tanto é que Villa continua fazendo seus comentários como historiador na tucana TV Cultura. Parece que a opção da Jovem Pan em abraçar a extrema-direita deixou Villa pendurado no microfone.





