Da redação – O dólar atingiu o maior patamar desde o dia 1º de Outubro de 2018 (R$3,95). Nesta quinta-feira (28), em plena crise do governo, com os conflitos entre o presidente da República, o fascista Jair Bolsonaro, e o presidente da câmara de deputados, Rodrigo Maia, representante de um setor da burguesia nacional, o dólar chegou a ultrapassar R$4,00.
Isso indica que determinados grupos da burguesia, se não a totalidade, está insatisfeita com a crise do governo. O dólar já havia subido com a prisão do ex-presidente golpista Michel Temer. A burguesia não consegue ter unidade para aprovar as reformas contra os trabalhadores, e por isso, o governo está desacreditado.
O próprio Paulo Guedes, ministro neoliberal de Bolsonaro, afirmou que “a bola” da reforma da previdência “está com o congresso”, que não parece estar querendo levar adiante a proposta. A crise então é generalizada e se reflete na economia financeira do país.





