Da redação – O presidente fascista Jair Bolsonaro (PSL), confirmou nesta sexta-feira (9) que pretende transferir o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), controlado atualmente pelo Ministério da Economia, direto para o Banco Central.
A decisão reflete gigantesca crise do bloco golpista, pois o ministro da Justiça e Segurança Pública, o golpista Sérgio Moro, estava articulando a passagem do conselho para sua pasta. A transferência para o colo de Moro já era dada como certa, já que o mesmo foi colocado no ministério pelo próprio presidente, mas devido as revelações do The Incercept Brasil, a crise em torno do agente dos EUA travestido de juiz, aumento muito e o governo manobrou novamente o Coaf.
“O que nós pretendemos é tirar o Coaf do jogo político. […] Vincular ao Banco Central, aí acaba (jogo político)”, afirmou Bolsonaro ao lado de Moro.
Ainda de acordo com o presidente eleito pela fraude, “tudo o que tem política, mesmo sendo bem intencionado, sempre sofre pressões. A gente quer evitar isso aí. […] O Coaf, porventura caso vá para o Banco Central, vai fazer o seu trabalho sem qualquer suspeição de favorecimento político”, acrescentou o presidente.
Lembrando que o Coaf, enquanto Conselho de Controle de Atividades Financeiras, denunciou movimentações suspeitas na conta de Fabrício Queiroz, em 2017, tendo movimentado 1.200.000,00 R$, em 48 depósitos feitos em dinheiro, sempre no valor de 2 mil reais, totalizando 96 mil, e tudo isso, ligado aos 9 funcionários do gabinete de Flávio que transferiram dinheiro para a conta de Queiroz.
Depois que Queiroz fugiu de dois depoimentos, o presidente do STF, Dias Toffoli, acolheu o pedido de Flávio Bolsonaro e suspendeu a investigação em curso.
É assim que funciona o governo que disse que era “o novo”, que acabaria com o “toma lá, da cá”, manobrando ao vento, passando por cima da lei e cancelando toda investigação que envolva os parceiros. Agora, o Coaf vai ao Banco Central, mas também não irá investigar mais nada.





