Nesta semana, dois fascistas do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), eleito governador e Flávio Bolsonaro (PSL), eleito senador, combinaram uma viagem juntos à Israel para negociar armas de guerra, junto ao estado sionista de Israel, a serem utilizadas contra a classe trabalhadora brasileira.
Percebendo a inevitável reação da classe trabalhadora contra as políticas de austeridade neoliberais do próximo governo – em continuidade ao atual – a direita fascista envia dois de seus funcionários a Israel para conhecer especificamente uma arma de guerra que atualmente é utilizada nas fronteiras com a Palestina.
Trata-se de um drone (TIKAD) equipado com um fuzil M4 modelo SR25 ou lançador de granadas de 40 mm.
Segundo os fascistas, a arma poderia ser utilizada contra as milícias armadas, terroristas e facções do crime organizado envolvidos com o tráfico de drogas. Porém devemos entender que no Estado, o regime político já é controlado pelos militares e a direita está se armando institucionalmente para controlar qualquer possibilidade de reação por parte das organizações populares, sindicatos e partidos de esquerda.
Os golpistas estão aumentando a repressão contra o povo. Com o governo Bolsonaro isso tende a aumentar, como fica óbvio com as próprias declarações do capitão.





