Moradia e Terra
Acordo entre e judiciário, governo do estado e fazendeiros levou à ação brutal da policia contra o Quilombo Campo Grande. Outros acampamentos estão sob risco
Em situação normal estes despejos já são um verdadeiro crime da burguesia contra o povo e agora se tornam ainda mais graves por conta da pandemia, revelando seu caráter fascista
Escola na aldeia Fulni-ô, referência na educação indígena foi incendiada por um ataque da extrema direita que tem interesse nas terras da reserva.
Polícia joga bombas e destrói o que as famílias construíram durante mais de duas décadas. A violência ocorre em meio à pandemia.
É preciso que as forças de esquerda se mobilizem contra está ação de guerra nazista de Zema no meio da pandemia
A mando de Zema, PM sobrevoa com helicóptero muito baixo em cima dos manifestantes
A manobra de Zema foi uma tentativa de desmobilizar a mobilização em torno do despejo covarde feito pelo governador bolsonarista. A PM já havia na semana passada invadido o local.
Dória avança no seu projeto de destruição completa dos órgãos estatais que prestam algum auxílio a população. Os pequenos produtores, incluindo quilombolas, estão na mira.
O acampamento Quilombo Campo Grande se mostra um exemplo de resistência contra os autoritários despejos dos Sem Terra ordenados pela justiça burguesa.
Polícia de Romeu Zema (Novo) tenta desde ontem cumprir com ordem judicial que expulsaria 450 famílias de suas casas. Ali elas cultivam a terra há mais de duas décadas.
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