Carla Dórea Bartz
Jornalista e pesquisadora, é doutora em Estudos Culturais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), onde defendeu a tese "Ninfomaníaca, de Lars von Trier: narrar em tempos perversos". Desde 2021, escreve uma coluna semanal no Diário da Causa Operária.
Obra retrata fatos que antecederam a luta de libertação de Angola da colonização portuguesa
Em Odessa, a revolução de 1905, o cinema de Eisenstein e a guerra atual se encontram no mesmo cenário do Mar Negro
O núcleo familiar funciona como um microcosmo de uma classe dominante perversa, que mantém o poder pela força da propriedade privada
Entre a intimidade familiar e a banalidade do poder, Sokúrov investiga os vínculos entre herança, história e relações humanas
Duas adaptações de “O Estrangeiro” revelam como o “absurdo” deixa de ser uma crise individual para expor a lógica da violência colonial e a necessidade de justificá-la
Filme de Chaplin é uma crítica à sociedade capitalista
Poema de Bertold Brecht é exemplo de arte revolucionaria voltada para elevação da consciência dos trabalhadores
Sob a ótica da luta de classes, filme dinamarquês expõe a maternidade e o aborto como produtos da miséria social
Samantha, como tecnologia controlada pela burguesia, não elimina a alienação, mas a torna suportável.
Samantha, como tecnologia controlada pela burguesia, não elimina a alienação, mas a torna suportável.
O sucesso dos analistas dissidentes dos Estados Unidos no YouTube revela a crise da hegemonia americana, mas também os limites de uma crítica que denuncia a guerra sem alcançar sua
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