Carla Dórea Bartz
Jornalista e pesquisadora, é doutora em Estudos Culturais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), onde defendeu a tese "Ninfomaníaca, de Lars von Trier: narrar em tempos perversos". Desde 2021, escreve uma coluna semanal no Diário da Causa Operária.
O conflito entre a lógica feudal e a lógica do capital é tema do filme que tem como trunfo o foco narrativo
Quando uma classe dominante perde sua função histórica, ela abandona qualquer pretensão e passa a exercer o poder em sua forma mais nua: como dominação
Sob a ótica da luta de classes, filme dinamarquês expõe a maternidade e o aborto como produtos da miséria social
Filme de Woody Allen mostra a história mediada pela memória de uma criança em um de seus filmes mais famosos
Samantha, como tecnologia controlada pela burguesia, não elimina a alienação, mas a torna suportável.
Nos últimos 60 anos, assistimos a submissão das Ciências Humanas ao estruturalismo europeu, especialmente a figuras como Michel Foucault.
Em Bugonia, a classe trabalhadora é retratada como paranoica e incapaz de superação
Filme de Woody Allen mostra a história mediada pela memória de uma criança em um de seus filmes mais famosos
A guerra mundial hoje assume duas formas: ataque militar direto e sufocamento econômico lento
Obra retrata fatos que antecederam a luta de libertação de Angola da colonização portuguesa
Em Odessa, a revolução de 1905, o cinema de Eisenstein e a guerra atual se encontram no mesmo cenário do Mar Negro
O núcleo familiar funciona como um microcosmo de uma classe dominante perversa, que mantém o poder pela força da propriedade privada
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