Carla Dórea Bartz
Jornalista e pesquisadora, é doutora em Estudos Culturais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), onde defendeu a tese "Ninfomaníaca, de Lars von Trier: narrar em tempos perversos". Desde 2021, escreve uma coluna semanal no Diário da Causa Operária.
Sob a ótica da luta de classes, filme dinamarquês expõe a maternidade e o aborto como produtos da miséria social
Samantha, como tecnologia controlada pela burguesia, não elimina a alienação, mas a torna suportável.
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O sucesso dos analistas dissidentes dos Estados Unidos no YouTube revela a crise da hegemonia americana, mas também os limites de uma crítica que denuncia a guerra sem alcançar sua
Samantha, como tecnologia controlada pela burguesia, não elimina a alienação, mas a torna suportável.
A Queda da Dinastia Romanov resgata imagens históricas para recriar os fatos que levaram à Revolução Russa
Filme revê a história da Revolução de maneira reacionária e individualista
O conflito entre a lógica feudal e a lógica do capital é tema do filme que tem como trunfo o foco narrativo
O núcleo familiar funciona como um microcosmo de uma classe dominante perversa, que mantém o poder pela força da propriedade privada
Em Bugonia, a classe trabalhadora é retratada como paranoica e incapaz de superação.
Obra retrata fatos que antecederam a luta de libertação de Angola da colonização portuguesa
Duas adaptações de “O Estrangeiro” revelam como o “absurdo” deixa de ser uma crise individual para expor a lógica da violência colonial e a necessidade de justificá-la
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