Belo Horizonte

Militantes do PCO montam banca na Feira Hippie

A atividade é realizada pelo PCO de Belo Horizonte e Contagem na feira de artesanatos da Avenida Afonso Pena todo primeiro domingo do mês

Militantes do Partido da Causa Operária (PCO) montaram banca de materiais políticos na Feira Hippie de Belo Horizonte nesta segunda-feira (4) pela manhã. A atividade é realizada pelo PCO de Belo Horizonte e Contagem na feira de artesanato da Avenida Afonso Pena todo primeiro domingo do mês, aproveitando o movimento intenso do local para estabelecer contato com a população e divulgar o material político do Partido. A militante Andrea, de 50 anos, explicou em depoimento ao Diário da Causa Operária como funciona a atividade e qual tem sido a receptividade do público à presença do partido na feira.

Andrea relatou a importância da feira: “essa é uma atividade, uma das atividades que o PCO de Belo Horizonte e Contagem realiza aqui na Feira Hippie, na Feira de Artesanatos, na Avenida Afonso Pena, em Belo Horizonte. É uma feira bastante movimentada, todos os domingos pela manhã existe a feira”, explicou a militante.

A militante detalhou que, na banca, são expostos todos os materiais impressos do Partido. “Mas o interessante é que a gente expõe todo o nosso material impresso, a partir do dossiê, tem a venda dos jornais, tem distribuição da Gazeta, alguns objetos também, como as canecas que a gente tem, as bandeiras, então tudo que possa estar à venda e que a gente possa expor ali naquele momento”, descreveu Andrea.

Andrea explicou que o espaço ocupado pela banca fica em um dos polos gastronômicos da feira, na esquina da Afonso Pena com a Avenida Álvares Cabral. “É uma feira que a gente consegue fazer uma exposição que chama bastante a atenção, embora o espaço em que a gente está seja num dos polos gastronômicos, são três polos gastronômicos, a gente fica em Tafão Spena, com a Avenida Álvares Cabral. Algumas pessoas já sabem deste ponto, algumas pessoas já nos procuram e a gente faz ali os contatos”, relatou a militante.

O domingo anterior foi considerado produtivo pelos militantes. “Por exemplo, este domingo foi bem produtivo porque a gente realizou uma boa venda dos jornais, a gente também distribui a gazeta, fala sobre o partido, faz uma abordagem interessante. A partir de conhecer a pessoa ali, conseguimos conversar sobre os anseios, interesse da pessoa, identificamos qual o perfil e assim a gente vai trabalhando”, contou Andrea.

A militante comparou a receptividade na Feira Hippie com outra atividade que o Partido realiza no Cine Belas Artes. “E da mesma forma também a gente faz no Cine Belas Artes, que é um espaço frequentado no período da tarde para cinemas”, relatou Andrea.

Segundo a militante, o público do Cine Belas Artes tem perfil diferente, sendo mais cultural e demonstrando maior interesse pelo jornal do Partido. “É um público bem cultural mesmo, que tem interesse ali, né? Lá também tem uma biblioteca, tem um café, e ali é um ponto de encontro das pessoas que vão assistir aos filmes. Então, a abordagem lá também consegue realizar vendo as pessoas, é um local de maior interesse pelo nosso jornal. E também é o momento em que a gente fala do partido, né? Do que é o partido e apresenta o partido”, descreveu Andrea.

A militante explicou que as pessoas demonstram interesse: “e, nesse domingo, houve bastante interesse nos momentos em que eu frequentei, em que eu pude estar presente, porque nem todos os domingos eu posso estar, mas na maioria, desde que eu cheguei no PCO, que é bem recente”, afirmou Andrea.

A militante ressaltou que a Feira de Artesanato de Belo Horizonte é bem conhecida no Brasil inteiro e recebe muitos turistas. “Essa Feira de Artesanato de BH é bem conhecida no Brasil inteiro, então ela tem muitos turistas. Se for um domingo que é conciliado junto com um feriado, tem maior probabilidade de ter um turista de outros estados”, afirmou Andrea. Além de turistas, a feira recebe pessoas do interior de Minas Gerais que vêm à capital para visitar familiares ou fazer compras.

Andrea explicou que pessoas do interior também procuram o material do partido. “Vem muita gente do interior de Minas, a gente consegue também, e às vezes vem a trabalhar, vem mesmo comprar produtos da feira para revender, então tem muito desse perfil também. Então, assim, acontece de ter essas pessoas que são interioranas e que também, são estudantes também, procura material para estudo”, relatou a militante.

A militante destacou que estudantes universitários do interior demonstram interesse especial pelos materiais. “E a partir desse momento, desse contato, a gente vai conversando também e consegue tirar ideias. Por exemplo, muitos estudantes de federais do interior de Minas também nos procuram. Você vê que ali já tem um interesse maior, que são pessoas que estão mais aí no avanço de conhecimento e tal. E até mesmo que a gente tenha ideia de fazer um trabalho dentro desse contexto de universitário das cidades dos interiores”, concluiu Andrea, avaliando o trabalho como produtivo e edificante.

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