Minas Gerais

Trabalhadores de caixas escolares de Belo Horizonte aprovam greve

Trabalhadores das caixas escolares da rede municipal de educação de Belo Horizonte aprovaram greve a partir de 14 de abril

Trabalhadores das caixas escolares da rede municipal de educação de Belo Horizonte aprovaram greve a partir de 14 de abril, na quinta-feira (9), em assembleia geral realizada em frente à secretaria municipal de educação. A assembleia estabeleceu calendário que inclui nova assembleia de greve na Praça Afonso Arinos e ato dos terceirizados na porta da prefeitura, para pressionar o cumprimento de acordos coletivos de trabalho e o pagamento de reajuste salarial. A categoria representada pelo Sind-Rede BH denunciou silêncio da prefeitura sobre a efetivação do acordo coletivo aprovado pela categoria.

Os trabalhadores e trabalhadoras das caixas escolares aprovaram em assembleia a deflagração de greve diante da falta de respostas concretas da prefeitura de Belo Horizonte aos acordos coletivos. A secretaria municipal de educação permanece em silêncio sobre a assinatura do acordo coletivo de trabalho mesmo após aprovação pela categoria. As principais demandas envolvem a formalização do acordo, o fim de obstáculos burocráticos que impedem a implementação de direitos como o reajuste salarial e o avanço na campanha salarial da categoria. A paralisação tem como objetivo garantir a assinatura e a implementação do acordo coletivo e pressionar a administração municipal por diálogo efetivo com a categoria.

A assembleia de greve dos caixas escolares está marcada para 14 de abril às 9 horas na Praça Afonso Arinos. No dia 16 de abril ocorrerá ato dos trabalhadores terceirizados da MGS na porta da prefeitura de Belo Horizonte. A mobilização expressa o esgotamento da categoria com o descaso da prefeitura e reafirma a disposição de luta dos trabalhadores da educação municipal contra a precarização que afeta o funcionamento das escolas. O Sind-Rede BH pressionado pela insatisfação geral na categoria trabalha para viabilizar a assinatura do acordo coletivo e o pagamento de direitos já aprovados. A greve dos caixas escolares se soma a outras mobilizações de terceirizados na rede municipal de educação de Belo Horizonte que enfrentam insegurança contratual e atrasos em reajustes.

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