A seleção iraniana de luta greco-romana conquistou seu terceiro título mundial em Astana, no Cazaquistão. Dos dez atletas que o país inscreveu, nove terminaram com medalha. A campanha rendeu quatro ouros, três pratas e dois bronzes, além de 192 pontos na classificação por equipes.
A última rodada de finais confirmou uma vantagem formada em várias categorias. Said Esmaili ganhou o ouro nos 67 quilos, Danial Sohrabi nos 72, Qolamreza Farroji nos 82 e Fardin Hedayati nos 130. Payam Ahmadi, Ali Ahmadi Vafa e Alireza Mohmadi receberam prata. Ali Esko e Mohamad Hadi Saravi conquistaram bronze. Mohamad Mehdi Keshtkar foi o único integrante da delegação que não chegou ao pódio.
O resultado não dependeu de um campeão cercado por colegas eliminados nas primeiras lutas. A seleção chegou às disputas decisivas em quase todas as categorias em que competiu. Essa regularidade fez do Mundial uma vitória da equipe, além das conquistas individuais dos quatro medalhistas de ouro.
Hasan Rangraz, treinador iraniano, associou a campanha às dificuldades impostas pela guerra. A declaração ajuda a compreender o significado que o título adquiriu no país, mas as medalhas foram decididas nos combates de Astana. Nove lutadores venceram adversários suficientes para subir ao pódio e devolveram ao Irã um campeonato mundial de luta greco-romana.





