O ministro da Guerra de “Israel”, Israel Katz, admitiu publicamente que “Israel” participou do assassinato do aiatolá Saied Ali Khamenei, Líder da Revolução Islâmica do Irã. A declaração foi feita durante o cortejo fúnebre de Khamenei em Teerã.
Katz afirmou que Khamenei “foi assassinado por ‘Israel’ porque colocou em marcha e liderou o plano para destruir ‘Israel’”. O ministro também ameaçou qualquer futuro dirigente iraniano que atue contra o Estado sionista. Segundo ele, quem tentar prejudicar “Israel” terá “o mesmo destino”.
“O assassino foi assassinado”, disse o criminoso Katz. O ministro afirmou ainda que a guerra dos EUA e de “Israel” contra o Irã “removeu a ameaça imediata” e danificou capacidades estratégicas iranianas, mas declarou que “Israel” seguirá em alerta e pronto para atacar novamente por conta própria.
Katz classificou como “vergonhosos” os gritos de “morte a Trump” entoados por enlutados no Irã, dizendo que eles revelam “a verdadeira natureza do regime dos aiatolás”.
O aiatolá Saied Ali Khamenei foi assassinado em um ataque aéreo dos Estados Unidos e de “Israel” em 28 de fevereiro de 2026. Seu filho, o aiatolá Saied Mojtaba Hosseini Khamenei, apontado como novo Líder da Revolução Islâmica, foi ferido no mesmo ataque.
O Irã iniciou no sábado (4) seis dias de cerimônias fúnebres no Grande Mosalla de Teerã. O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, condenou as declarações de Katz e afirmou que Trump “comprometeu os EUA a amordaçar seus animais de estimação em Telavive”.
Katz já havia declarado, em fevereiro, que a decisão de assassinar Khamenei foi tomada por Netaniahu em novembro. Segundo o próprio ministro, a execução estava planejada para meados de 2026, mas foi antecipada após protestos no Irã.





