O presidente palestino, Mahmoud Abbas, se reunirá nesta segunda-feira (8) com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, que já havia anunciado suposta intenção de reconhecer o Estado da Palestina.
O governo Starmer explicou, em um comunicado, que o encontro, agendado para ocorrer em Londres, faz parte dos “esforços para encontrar uma solução política” para a guerra em Gaza, e “estabelecer uma paz e segurança duradouras tanto para palestinos quanto para israelenses”.
Além disso, o presidente de “Israel”, Isaac Herzog, deve visitar o Reino Unido. Ele deixará os territórios ocupados na terça-feira (9) e retornará na sexta-feira (12).
O gabinete de Herzog, em comunicado, indicou que ele “se concentrará durante seus encontros diplomáticos” na libertação dos prisioneiros, “além de outras questões políticas”, e se encontrará com membros do Parlamento, influenciadores e figuras da mídia.
Os objetivos dos líderes imperialistas ao declarar apoio à criação do Estado da Palestina já se tornaram claros. Na Declaração de Nova Iorque, articulada pelo presidente francês Emmanuel Macron, o imperialismo clama pelo desarmamento da Resistência Palestina. Isto é, não se trata de um avanço ons direitos dos palestinos, mas em uma manobra para acabar com a sua luta por libertação.
Ao mesmo tempo, a declaração exige a deposição do governo da Faixa de Gaza, chefiado pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).
Capacho do sionismo, Abbas é também parte do plano golpista, uma vez que, para destituir o Hamas, a declaração propõe um governo de Gaza e Cisjordânia sob o domínio da criminosa e traidora Autoridade Palestina.




