Exposição de pinturas

Sionismo usa Conjunto Nacional em São Paulo para fazer propaganda

Sionistas se juntam com os identitários para caluniar a resistência palestina e acobertar o assassinato de mais de 30 mil crianças e mulheres pelos sionistas.

O Conjunto Nacional, famosa galeria de lojas no coração da Avenida Paulista, virou abrigo de mais uma propaganda caluniadora e criminosa do sionismo.

Está em cartaz desde o dia 30 de janeiro, no hall de entrada do edifício, uma exposição chamada “Unindo vozes contra a violência de gênero”.

Trata-se de uma propaganda caluniadora contra os militantes do Hamas que usa como pano de fundo uma falsa defesa da mulher, o que mostra mais uma vez a íntima relação entre o sionismo e o identitarismo.

A exposição foi organizada pelo próprio Estado genocida de “Israel” por meio do Ministério das Relações Exteriores israelense, da embaixada israelense no Brasil e do “Grupo de Empoderamento e Liderança Feminina da Federação israelita do Estado de São Paulo”, ELEF-Fisesp.

Trata-se de desenhos e pinturas por meio dos quais os sionistas pretendem retratar a falaciosa história de que o Hamas teria violentado mulheres judias na operação que se iniciou em 7 de outubro.

Trata se de uma falsidade tão grande que precisa ser retratada por meio de desenhos, já que ao contrário das milhões de imagens reais do genocídio perpetrado pelos israelenses contra quase 30 mil mulheres e crianças na Palestina, até hoje não se viu uma única imagem de agressão do Hamas a nenhuma mulher. 

Na abertura da exposição, o diretor-executivo da Fisesp, Ricardo Berkienszat, dirigindo-se às mulheres do Grupo de Empoderamento e Liderança Feminina da Federação israelita do Estado de São Paulo, declarou: “Vocês nos enchem de orgulho, somos uma comunidade unida, orgulhosa de dizer ‘somos brasileiros, judeus e sionistas’, não ao silêncio!”.

Uma máquina de propagar mentiras

O Estado de “Israel”, pela sua própria natureza: um país fictício construído sobre a base de um apagamento forçado da história da Palestina e sobre um mito religioso criado pelos sionistas, não pode sobreviver sem fazer uso de uma imensa força militar, e também precisa criar mentiras de forma sistemática.

Essa necessidade é tão premente que existe até mesmo um programa organizado para essa finalidade denominado de Hasbará.

O Hasbará é o método pelo qual os sionistas se organizam para regularmente elaborar mentiras e propagandas que consigam acobertar e quem sabe justificar junto aos olhos do mundo as barbaridades sem precedentes que o estado genocida e fictício de “Israel” comete contra os palestinos.

Como “Israel” conta com o patrocínio do imperialismo, os sionistas têm acesso não apenas a locais públicos de grande circulação, como é o caso do Conjunto Nacional em São Paulo, mas como também às grandes emissoras de rádio e televisão como a golpista rede Globo que vem propagando a versão mentirosa dos sionistas sobre o que realmente acontece na Palestina.

Se antes do dia 7 de outubro o que reinava na imprensa capitalista sobre o genocídio perpetrado há mais de 75 anos pelos sionistas na Palestina era o silêncio, a partir da ação do Hamas, que colocou de volta os holofotes naquilo que vem acontecendo no Oriente Médio, essa imprensa trabalha para procurar caluniar a resistência palestina em uma busca desesperada de tentar ocultar as atrocidades cometidas pelos sionistas, e que o mundo todo está vendo graças à internet.

É preciso repudiar os métodos do Hasbará por meio de um intenso trabalho de esclarecimento da população, é preciso desmentir as inúmeras calúnias inventadas pelos sionistas sobre os heróis da resistência palestina e seguir denunciando o assassinato de quase 30 mil crianças e mulheres palestinas pelos sionistas, assassinatos estes que não estão “retratados” em desenhos, mas sim em milhões de imagens e vídeos que circulam pelo mundo de forma ininterrupta. 

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