Valéria Guerra

Historiadora, artista (atriz) sob DRT 046699-RJ. Jornalismo UMESP-SP, término neste ano corrente. Bióloga e professora da Rede Estadual do Rio de Janeiro. Colaboradora textual do Site Brasil 247 há 4 anos. Escritora com livros publicados e textos para inúmeras Antologias, inclusive concursos de textos teatrais. Mestrando em psicologia da Educação. Escreveu o livro “Eu preciso de um Hulk” que se transformou em peça homônima

Suprema resistência

São os movimentos de resistência que salvam o mundo

Como ficaríamos se não existisse o termo/ato da RESISTÊNCIA no mundo? Será que já não estaríamos extintos?

Como ficaríamos se não existisse o termo/ato da RESISTÊNCIA no mundo? Será que já não estaríamos extintos? Vamos começar pelo valor etimológico do termo: continuar a existir. Pois é, como os escravos negros em nosso país poderiam continuar a existir caso não tivessem fundado os quilombos… Será que o massacre na Ditadura nacional de 1964, não poderia ter sido muito mais estupendo, em sua volúpia de opressão, se não fosse o oxigênio da resistência ressurgido no tecido social contaminado?

A sanha capitalista é torpe e não mede esforços em prosperar, não há um cessar-fogo, em se tratando de imperialismo, lembrem de Hiroshima e Nagasaki.

O Haiti é lá. E sua história de resistência se deu pela necessidade urgente de existir uma política do “ou nós, ou eles”.

A roda da História gira entre rupturas e permanências. E a memória não deveria ser soterrada em detrimento da “história dos vencedores”

“A expressão lugares de memória foi criada pelo historiador francês Pierre Nora. Convencido de que no tempo em que vivemos os países e os grupos sociais sofreram uma profunda mudança na relação que mantinham tradicionalmente com o passado, Pierre Nora acredita que uma das questões significativas da cultura contemporânea situa-se no entrecruzamento entre o respeito ao passado – seja ele real ou imaginário – e o sentimento de pertencimento a um dado grupo; entre a consciência coletiva e a preocupação com a individualidade”.

O trecho supracitado nos deixa cientes de que o individualismo do livre pensar humano permeia a ótica de uma proposta de revolução permanente contra qualquer status quo proporcionador de desigualdade social.

* A opinião dos colunistas não reflete, necessariamente, a opinião deste Diário

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