Trégua Israel-Hamas

Primeiros 39 palestinos são soltos das prisões israelenses

Foram 39 o número de mulheres e crianças que estavam aprisionadas pelo fascismo israelense e agora puderam ser  postas em liberdade graças às forças de libertação da Palestina

Junto com a trégua de quatro dias na guerra contra a resistência palestina, aceita por Israel diante do fracasso da sua tentativa de ocupação da Faixa de Gaza, foi acordada também a troca de reféns e prisioneiros entre o Hamas e o Estado nazista e fictício de Israel. Mas chama a atenção, justamente, o fato de o Hamas estar devolvendo reféns, ou seja, pessoas às quais eles haviam levado consigo para tê -las como garantia, ou pelo menos uma possível garantia, de que poderiam barganhar um acordo, enquanto que Israel mantinha em seu poder não simplesmente reféns, mas sim verdadeiros prisioneiros palestinos, ou seja, pessoas para as quais a privação de qualquer liberdade já era até então um fato consumado.

Foram 39 o número de  mulheres e crianças que estavam aprisionadas pelo fascismo israelense e agora puderam ser  postas em liberdade graças às forças de libertação da Palestina. O sistema penitenciário Israelense assim como as suas forças armadas é mais um aparato colocado em marcha para triturar palestinos desde a mais tenra idade. Palestinos  são mantidos encarcerados de forma completamente arbitrária sem julgamento e em condições reconhecidamente, pelos órgãos internacionais de direitos humanos, cruéis e sádicas.

Um levantamento realizado pelo Centro Palestino de Estudos sobre Prisioneiros (PCPS), em 2022,apontou que, apenas naquele ano, próximo de 7 mil palestinos haviam sido levados aos cárceres israelenses, desses pelo menos 865 eram crianças das quais cerca de 150 menores de, pasmem, 12 anos de idade.

Uma das mulheres libertas dos cárceres de Israel pelo Hamas é Marah Jawdat Musa Bakir que aos 16 anos de idade foi acusada de tentar esfaquear um soldado israelense que disparou contra ela 14 tiros, um dos quais a fez perder toda a mobilidade de uma das mãos. O soldado que disparou contra ela deixou ferimentos graves no corpo da palestina, mas essa foi impedida de receber tratamento cirúrgico sob a acusação de ser terrorista.

Assim como Marah, Rawan Nafez Muhammad Abu Matar também foi presa após se defender de um soldado israelese e ser acusada por feri-lo de forma leve. Rawan tinha 20 anos de idade em 2015 quando foi presa e permaneceu no cárcere até o acordo feito pelo Hamas.

As mulheres e crianças libertas pelo Hamas chegaram à cidade de Beitunia, ao oeste de Ramallah na Cisjordânia em meio a uma grande festa popular, em sua recepção elas faziam sinais de vitória enquanto entoavam palavras de ordem em apoio à Resistência Palestina e ao povo de Gaza.

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