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Open Society

Preparando uma revolução colorida no Brasil

Enviado de Soros se utiliza de infiltrados no governo Lula para impedir o desenvolvimento do país, desgastar o governo e fomentar uma eventual derrubada

Está em marcha uma Revolução Colorida no Brasil.

Exatamente. Isto não é um alarmismo. É a realidade. E ela foi confirmada pela visita ao Brasil do presidente global da Open Society Foundations (OSF), o inglês Mark Malloch-Brown, na semana passada.

A Open Society Foundations é uma organização criada por George Soros, magnata do capital financeiro, fomentador de revoluções coloridas por todo o globo e destruidor de nações. Por meio da OSF, George Soros financia agentes políticos, organizações não governamentais (ONGs) e seus membros. A finalidade desse financiamento é criar, fomentar e espalhar ideias e movimentos artificiais que desestabilizem governos que estejam em contradição com os ditames do imperialismo (em especial os governos nacionalistas dos países atrasados). Uma vez que os governos estejam desestabilizados, o imperialismo parte para o abate, seja derrubando-os com um golpe de Estado explícito (vide Ucrânia em 2014), seja por utilizando um golpe de Estado disfarçado (Brasil em 2016), ou até mesmo seja fraudando as eleições, como na Bolívia recentemente.

Simplificando, é assim que se dá uma Revolução Colorida.

A visita do presidente da OSF deixou claro o que já estava implícito: o imperialismo está arquitetando uma Revolução Colorida no Brasil.

Durante sua visita, Mark Malloch-Brown se encontrou com importantes membros do governo Lula, dentre eles Flávio Dino (Ministro da Justiça), Sônia Guajajara (Ministra dos Povos Originários); Anielle Franco (Ministra da Igualdade Racial); e Esther Dweck (Ministra da Gestão e Inovação).

Na mesma semana em que ocorreu sua visita, a Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, através do IBAMA, negou licença à Petrobrás para a perfuração de poços de petróleo na foz do Amazonas, na margem equatorial, para que a estatal pudesse realizar estudos para a eventual exploração e extração da commodity. Em outras palavras, a ministra obstaculizou o programa do governo para o desenvolvimento nacional. Seria mera coincidência? Definitivamente não; afinal, basta lembrarmos que Marina Silva é historicamente ligada à Open Society e a George Soros, sendo funcionária deles.

A demagogia ambiental é um dos discursos do imperialismo (e da OSF e de Soros) para impedir o desenvolvimento de países atrasados). Ela já é usada e continuará sendo para desestabilizar o governo Lula, jogando a classe média contra ele.

Voltando um pouco no tempo, tivemos os recentes ataques nas escolas. Em decorrência deles, a imprensa burguesa (porta-voz do imperialismo) lançou uma campanha histérica de que esse tipo de violência seria arquitetada por grupos de ódio que atuavam livremente através das redes sociais e aplicativos de mensagens. Por conseguinte, eles teriam que ser submetidos à estrita vigilância e censura. O governo, na pessoa do Ministro da Justiça, Flávio Dino, embarcou de cabeça nessa campanha.

Desde então, em conjunto com o reacionário ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e com todo o aparato de repressão do Estado brasileiro, Flávio Dino vem contribuindo para impor um profundo regime ditatorial no país, o que já estava sendo promovido antes pelo próprio STF se valendo de medidas como o inquérito das Fake News.

A política de censura é de grande utilidade ao imperialismo, na medida em que o direito à liberdade de expressão é uma das armas que a classe operária tem para divulgar suas ideias e se organizar para combater a burguesia imperialista. Portanto, a política de Flávio Dino (que é a mesma de Alexandre de Moraes e do STF) é de grande valia ao imperialismo. Seria, então, coincidência o encontro de Brown com o Ministro da Justiça? Não.

E o que dizer de Sônia Guajajara e Anielle Franco? São duas identitárias, e o identitarismo é a ideologia preferencial do imperialismo para cooptar a classe média nos dias atuais e opô-la à classe operária, impedindo que um presidente atenda aos interesses dos trabalhadores.

Mas como todos esses fatores provam que há uma Revolução colorida sendo arquitetada no Brasil? Ora, as políticas levadas a cabo por essas figuras que se encontraram o Mark Malloch-Brown são políticas profundamente antipopulares.

Lula foi eleito para implementar um programa de governo em prol dos trabalhadores e do desenvolvimento econômico do Brasil.

Contudo, a atuação de ministros como Flávio Dino, Marina Silva, Anielle Franco, Silvio Almeida, dentre outros, vão à contramão desse objetivo, constituindo uma sabotagem. Enquanto a política de Lula segue em um sentido nacionalista, os referidos ministros possuem uma política pró-imperialista.

Assim, usando elementos infiltrados, o imperialismo vem tentando forçar o governo Lula a se tornar um governo palatável à burguesia. Contudo, como a burguesia é a classe social mais consciente dos tempos atuais, já está preparada para caso o plano falhe.

Nesse sentido, a constante sabotagem também serve para desgastar o governo Lula perante as massas.

Por exemplo, a política de Marina Silva de impedir a exploração de petróleo pela Petrobrás impede o desenvolvimento econômico do país. Ao impedir o desenvolvimento, você mantém a população na miséria, e a joga contra o governo, desestabilizando-o, tornando-o um alvo fácil para ser derrubado pelo imperialismo, que promove uma mobilização artificial (uma Revolução Colorida).

Seguindo a mesma linha está a política de vigilância, censura e repressão perpetrada por Flávio Dino. O povo odeia a repressão. Odeia a polícia e o judiciário. O povo quer poder falar o que pensa, sem ser vigiado ou reprimido. Contudo, a cada dia que passa, o direito à liberdade de expressão e livre manifestação do pensamento está sendo cada vez mais tolhido. E como os holofotes dessa política estão centrados em Flávio Dino, o povo identifica essa política de repressão com o governo Lula, o que faz com que o mesmo se desgaste perante a população e perca apoio. Torna-se, portanto, mais fácil removê-lo do poder. Assim, é do interesse do imperialismo a continuidade dessa política, daí a reunião de Brown com Flávio Dino.

Diante disto, é premente que o presidente Lula rompa com a política pró-imperialista que vêm sendo conduzida pelos elementos infiltrados em seu governo, deve proceder à imediata expulsão de ministros como Marina Silva, Flávio Dino, Silvio Almeida, Anielle Franco, Sônia Guajajara e os demais que possuem relações escusas com a Open Society Foundations ou com qualquer outro órgão do imperialismo.

Não tardará para que estes elementos se voltem contra Lula, e procurando derrubá-lo através de uma Revolução Colorida. E, quando isto ocorrer, apenas uma mobilização de massas de classe trabalhadora poderá barrar a ofensiva golpista do imperialismo.

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