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Moradia

MNLM discutirá reforma urbana e nova direção para 2023

Para retomar os investimentos, movimentos sociais precisam sair às ruas para apoiar Lula no combate ao parasitismo da burguesia


Criado em julho de 1990, após grandes ocupações habitacionais urbanas no final da década de 1980, em um encontro Nacional dos Movimentos de Moradia naquele ano, o qual conseguiu envolver 14 estados, o Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM) irá promover em breve seu 1º Congresso e elegerá novas direções nos Estados do Pará, Amazonas, Rondônia, Tocantins e Acre.

O momento político-social dos movimentos sociais, no país pós-Bolsonaro, é extremamente difícil. Nesses fatídicos quatro anos de governo, houve um severo congelamento e corte de recursos nas áreas de habitação, educação, saúde, assistência social, dentre outras. Além desses cortes absurdos em áreas essenciais, em proveito dos banqueiros e burguesia parasitas, o país viu o aumento do custo de vida, diminuição da renda, aumento da violência policial e muita repressão aos movimentos populares, que sofrem ainda mais violência com o excludente de ilicitude (que isenta de culpa a força policial que, dente outras situações, age no estrito cumprimento do dever legal).

Para reverter esse estrago causado pelo governo Bolsonaro, temos o governo Lula, cuja vitória eleitoral é fruto da mobilização popular que lhe garantiu a volta ao Planalto e causou um revés para os golpistas, que ainda não estão derrotados definitivamente. Estes abutres farão de tudo para minar e sabotar o petista.  

O governo Lula só trará resultados para os movimentos sociais se o povo for para as ruas, se houver forte mobilização social. Foi com a ausência da mobilização popular que o governo Bolsonaro desmontou o Ministério das Cidades, extinguiu por decreto seu conselho nacional e diminuiu drasticamente o orçamento para a habitação e saneamento básico.

A burguesia, mesmo durante o governo Lula, continuará tentando desmoralizar os movimentos sociais, contra os quais imporá sua justiça persecutória e os acusará de terrorismo, pois este é o objetivo da burguesia: continuar criminalizando os movimentos sociais a despeito de combater o bolsonarismo.

O desafio do MNLM, assim como o será de qualquer outro movimento social, é lutar por mais espaço de participação democrática em conselhos; precisa lutar para fortalecer seus próprios órgãos de imprensa e agitação, além de lutar para ter voz nos restritos meios de comunicação dominados pela burguesia, como rádio, televisão, jornais, enfim, canais de comunicação que nos proporcionem condições de mobilizar a população para lutar por todos os direitos necessários ao progresso da classe operária.

Combater a política neoliberal e de juros extorsivos da economia, como Lula vem denunciando, é outra questão fundamental para que esse governo possa ter condições de reimplantar uma política de habitação mais engajada e necessária aos trabalhadores do campo e da cidade.

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