"Massacre em rave"

Israelenses são internados em hospitais para evitar testemunhos

Israel quer impedir a divulgação de relatos dos sobreviventes do massacre na Rave

No dia 7 de outubro, organizações armadas palestinas se juntaram ao Hamas para realizarem um ataque a Israel, que incluiu o lançamento de foguetes contra alvos militares e a captura de prisioneiros militares e civis. Foi uma invasão coordenada de várias frentes de batalha, um ato heroico contra a ocupação nazista de Israel.

Durante esse confronto, o Hamas invadiu uma rave e, segundo a versão oficial de Israel, disparou indiscriminadamente contra os civis. Essa versão entra em contradição, entretanto, com a realidade. Os corpos dos civis foram encontrados queimados e parte deles carbonizados, ferimentos pouco compatível com as armas usadas pelos guerrilheiros palestinos, que eram armas de mão convencionais, como rifles e submetralhadoras.

É frente a isso, a esse cenário suspeito, que Israel resolveu internar compulsoriamente sobreviventes da rave em hospitais psiquiátricos. Tais internações seriam necessárias para esconder do público e da imprensa os relatos dos sobreviventes, pois isso seria comprometedor para as mentiras que Israel tem contado.

Afinal, todo o genocídio de dezenas de milhares de palestinos, incluindo mais de 5.000 crianças, o ataque intencional a hospitais e ambulâncias e o deslocamento forçado de mais de um milhão de pessoas em Gaza, foi justificado com o ataque do Hamas a civis. Caso Israel seja responsável pela morte dos próprios civis, como investigações já mostram ser o caso, isso abriria uma crise na operação sionista.

A internação compulsória, nesse sentido, é por si só um mecanismo autoritário de controle sobre a população. O uso dele em, pelo menos, dez sobreviventes da rave, levanta ainda mais questionamentos. Por coincidência, ao menos dez civis israelenses que testemunharam o ocorrido na rave teriam desenvolvido um transtorno como esse e foram todos rapidamente diagnosticados e internados pelas autoridades sionistas?

A autoridade responsável pelas internações compulsórias em Israel é ligada ao Ministério da Justiça e não ao Ministério da Saúde. Se fosse uma questão médica, por que a atribuição dessa tarefa é do Ministério da Justiça, responsável também pelas polícias e pela perseguição política e institucional?

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