Paquita do imperialismo

Marqueteiro tucano revela: Boulos é um candidato da burguesia

Candidato erroneamente apoiado pelo PT inclui mais um golpista em sua campanha

Nos últimos dias, os jornais burgueses noticiaram que Guilherme Boulos pretende colocar mais um elemento extremamente direitista em sua campanha. Como se não bastasse sua política que não atende em nada os interesses da classe trabalhadora, o marketeiro desejado para compor a campanha do psolista foi, nada menos, que o responsável pela campanha política de Geraldo Alckmin, Soraya Thronicke e João Dória; este último que processa este diário em cem mil reais.

Boulos, candidato que erroneamente foi apoiado pelo Partido dos Trabalhadores, decidiu se aproximar de Lula. No entanto, não foi de Lula que seria esperado, o presidente eleito para realizar um governo mais próximo dos trabalhadores. O Lula que entrará na campanha da marionete do imperialismo do PSOL é Lula Guimarães, que chegará para coordenar sua campanha e que conta com um currículo político que fede a enxofre, conforme listado anteriormente.

Além de coordenar a campanha de alguns dos maiores inimigos dos trabalhadores que o estado de São Paulo já viu, Guimarães também é sócio da Benjamin Comunicação, agência que encabeçou e realizou a campanha contra a mobilização dos entregadores ano passado, envolvendo grandes corporações. O interesse de PSOLista foi noticiado em primeiríssima mão pela Folha de S. Paulo, uma das maiores porta-vozes da burguesia, mostrando que Boulos não passa de um boneco do imperialismo. Após o primeiro veículo golpista da imprensa divulgar, surgiu o segundo: o jornal O Globo confirmou a notícia do marketeiro de campanha do colunista da Folha.

A campanha de Boulos está indo tão, mas tão à direita que até setores já direitistas do próprio PSOL denunciaram esta nova ação. Mas é preciso deixar claro: esta medida não é, nem de longe, uma das mais direitistas do Boric brasileiro. Ele sempre foi uma figura impulsionada pela burguesia, pela terceira-via, e o ano de 2023 apenas está escancarando tal fato. Coincidentemente, por exemplo, quando Jilmar Tatto defendeu que o PT não o apoiasse e lançasse candidato próprio, recebeu, no dia seguinte, agentes da polícia em sua casa para investigar supostas denúncias de corrupção. Reiterando: coincidentemente.

No entanto, há eventos que não foram coincidentes, como a campanha golpista do “não vai ter Copa”, liderada pelo cujo dito que se lançará a prefeito da maior cidade da América Latina. Neste momento, a campanha foi um dos carros-chefe no desgaste da presidenta Dilma Rousseff, cuja derrubada resultou no golpe de Estado que empossou um dos maiores inimigos dos trabalhadores recentes deste país, Michel Temer. Outro evento golpista protagonizado pelo direitista Guilherme Boulos foi a entrega das ruas aos bolsonaristas, sendo contra que a esquerda se mobilizasse e, não sendo suficiente, ele foi também o protagonista da política de frente única nas ruas com Ciro Gomes, MBL, elementos do PSDB e outros dos piores vampiros que ceifam a luta dos trabalhadores.

Por fim, dentre tantas possíveis denúncias já realizadas por este Diário, é válido lembrar a denúncia feita em 1º de novembro de 2021: as relações de Guilherme Boulos com organizações imperialistas, como as que financiaram o “Não vai ter Copa”, como é o caso da Fundação Ford.

Não bastando, a Global Americans é financiada pelo NED (Nation Endowment for Democracy), uma agência norte-americana criada para fazer um trabalho que era feito de forma encoberta pela CIA nas décadas de 60 e 70.

Nas últimas eleições, por sua vez, mostrando que não é só do exterior que Boulos recebe financiamento, sua campanha recebeu R$60 mil de Elisa Sawaya Botelho Bracher, empresária e filha de um dos maiores banqueiros do Brasil, seguindo os passos de Sônia Guajajara, a índia da Shopee infiltrada no governo Lula.

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