Curso do PCO

A verdeira história da Palestina sob a luz do marxismo

Nem a criação de “Israel” foi um movimento espontâneo e nem o 7 de Outubro foi um raio em céu azul. Conheça a história que a ditadura mundial esconde nos dias 16 e 17 de dezembro

Nos próximos dias 16 e 17 de dezembro, o Partido da Causa Operária (PCO) realizará sua próxima ação de agitação política em solidariedade à Palestina, com o curso “A questão Palestina”. Ministrado pelo presidente nacional do partido, Rui Costa Pimenta, o curso é parte da campanha empreendida pela sigla, que desde o 7 de Outubro, lidera a batalha da classe trabalhadora brasileira em apoio à libertação da nação árabe e contra o imperialismo no País, que, por sua vez, luta para impedir a solidariedade brasileira de se expressar. O curso de formação política visa, além de reforçar esse apoio, municiar os apoiadores da luta do povo palestino com informações e dados que ajudam a desfazer a quantidade industrial de mentiras difundidas pela propaganda sionista.

Nos dois dias de curso, serão abordados temas como as origens do sionismo; a crise do Império Otomano e a ocupação dos territórios árabes por ingleses e franceses no pós-guerra; a colonização na Palestina durante o período entre guerras; a resistência do povo palestino contra a colonização inglesa e a revolução de 1936. O oportunismo do imperialismo no pós-Guerra também será analisado, assim como a participação do stalinismo, fundamental para ludibriar a esquerda mundial sobre o caráter reacionário do plano da ONU para a formação do Estado de “Israel”. A consumação da criação do enclave imperialista e a limpeza étnica dos palestinos – também conhecida como Nakba (“catástrofe”, em português) -, os diversos conflitos entre Israel e os países árabes, a crise no Líbano e o surgimento do Hesbolá, as intifadas e os Acordos de Oslo, e sua importância para o atual estágio da luta palestina.

Entre as consequências dos famigerados acordos firmados no começo dos anos 1990, uma nova caracterização das diferentes forças políticas envolvidas no conflito se deu, o que será debatido também, como o partido Movimente Resistência Islâmica (Hamas, na sigla em árabe) e o Fatah ocupando uma parte central das discussões. O destaque ao movimento de libertação palestino é um reflexo da importância que a agremiação adquiriu a cada nova etapa da luta pela da nação árabe.

Por fim, mas não menos importante, a análise da crise atual e suas implicações na política mundial também será discutida. Afinal, nem a criação de “Israel” foi um movimento orgânico da comunidade judaica e tampouco o 7 de Outubro foi um raio em céu azul. Em ambos os casos, diferentes estágios do imperialismo orientam os acontecimentos. Se, em 1948, a ditadura mundial superara a dramática situação enfrentada pelos monopólios no pós-Guerra e encontrava-se em ascensão, atualmente, as forças imperialistas encontram-se na mais grave depressão desde a Segunda Grande Guerra.

Uma impressionante sequência de derrotas combinadas com uma crise econômica iniciada em 2008 e ainda não superada, o que foi impulsionada pela crise do coronavírus, colocou a dominação imperialista em seu ponto mais baixo em décadas. O ambiente internacional da luta de classes, portanto, é essencial para uma correta análise da questão Palestina e a compreensão sobre o momento que ela atravessa. 

Contra a tentativa das forças sionistas de asfixiar o apoio dos brasileiros ao também oprimido povo palestino, o PCO já realizou uma série de atividades, entre manifestações, panfletagens, palestras e debates, visando libertar as tendências naturais do povo brasileiro de somarem-se ao povo palestino. Com a realização do curso, o Partido dá um passo a mais em sua campanha – já reconhecida e enaltecida pela comunidade árabe do País – em favor dos palestinos, de sua luta e, também, da mobilização brasileira contra o inimigo comum que oprime ambos os povos.

Por isso não perca tempo. Inscreva-se já no mais novo curso realizado pelo PCO através do sítio da Universidade Marxista, venha conhecer a verdade que a ditadura mundial se esforça para esconder, conhecendo também uma interpretação marxista da história desse conflito que se desenrola há mais de cem anos e, com isso, como atuar de maneira consequente com a libertação da Palestina e com a derrota do imperialismo.

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