Lava Jato

A relação de Hardt com o roubo de patente da Petrobrás pelos EUA

Pai de juíza que é comparsa de Moro patenteou tecnologia exclusiva da estatal brasileira após ter acesso privilegiado aos computadores da empresa

Hardt

Nesta quinta-feira, 06 de abril, o jornalista Leandro Demori denunciou em seu site, “A Grande Guerra”, que Jorge Hardt Filho e ex-funcionários aposentados da Petrobrás estão envolvidos em um caso de espionagem e pirataria industrial de tecnologia exclusiva da estatal brasileira, conforme investigação realizada pela própria empresa.

Quem é Jorge Hardt Filho e qual sua relação com a Petrobrás?

Jorge Hardt Filho é pai da juíza Gabriela Hardt, que ficou conhecida por sua atuação na Operação Lava-Jato, perseguindo e condenando o presidente Lula no caso do sítio de Atibaia.

A comparsa de Sérgio Moro recentemente voltou aos holofotes ao auxiliá-lo a criar o factoide de que estaria sendo alvo de um plano do PCC para assassiná-lo. Este artigo, no entanto, não é focado em sua pessoa, mas na de seu pai e seu envolvimento no caso de pirataria de tecnologia exclusiva da Petrobrás.

No início a década de 1970, Jorge Hardt foi engenheiro químico funcionário da Petrobrás, estando lotado na planta industrial da Petrobras SIX – a Unidade de Industrialização de Xisto da petroleira, situada em São Mateus do Sul, no Paraná.

À época a empresa tentava criar uma tecnologia para extrair petróleo do xisto, espécie de rocha sedimentar que contém matéria orgânica misturada em seu seio mineral, haja vista que o óleo do xisto refinado é idêntico ao petróleo de poço, sendo um combustível muito valorizado. A tecnologia finalmente seria desenvolvida anos depois, consolidando-se como a mais eficiente e ecológica do mundo. Patentearam-na sob o nome de Petrosix.

Após muitos anos trabalhando para a estatal, veio a se aposentar. Como é típico de funcionários públicos que possuem expertise técnica dos meandros internos do Estado após anos de experiência adquirida, Jorge Hardt foi fazer carreira na iniciativa privada.

Voltou a ter contato com a estatal no ano de 2007. Havia sido contratado pela Tecnomon para prestar serviços à mesma planta em que havia trabalhado, a Petrobras Six, em um projeto de modernização da instalação. Foi-lhe, então, fornecido acesso especial para que pudesse adentrar às dependências da planta com seu notebook, do qual fazia uso intensivo. Vejamos recorte do Documento Interno do Sistema da Petrobrás, fornecendo-lhe o acesso:

Detalhe: a liberação do acesso foi realizada em 26/04/2007, com vencimento em 03/04/2008. Em outras palavras, o Jorge Hardt Filho tinha acesso às dependências da Petrobras Six com seu notebook durante quase um ano.

Prossigamos.

Após a prestação de serviços à Tecnomon, em setembro de 2008, Jorge Hardt volta à Petrobras Six como contratado, novamente, de uma empresa privada, desta vez a Engevix.

Para aqueles que não se recordam, a Engevix é uma empreiteira que ficou famosa durante a Operação Lava Jato. Seu presidente e diretores foram presos sob ordens de Sergio Moro.

À época, a Petrobras International Braspetro B.V. havia realizado licitação internacional para elaborar a consolidação da tecnologia Petrosix. A vencedora foi a Engevix. Parte do seu trabalho era realizar estudos econômicos para investimentos na produção de óleo de Xisto na Jordânia, Marrocos e Estados Unidos da América, a fim de que a Petrobrás, a seu próprio critério, disponibilizasse o Petrosix no mercado internacional.

Desta vez, como um dos funcionários da Engevix contratados para o serviço, Hardt obteria acesso a “documentos classificados como corporativos, reservados e confidenciais”. Era algo que fazia parte de seu contrato. Vejamos recorte de documento emitido pelo Sistema Interno da Petrobrás

Vejam que o documento é claro ao frisar que quaisquer documentações e informações fornecidas a Jorge Hardt e demais funcionários da Engevix estariam protegidas por Acordo de Confidencialidade.

A espionagem industrial que resultou na pirataria do Petrosix

Coincidentemente (ou não), uma vez que a Engevix, Jorge Hardt e os ex-funcionários da Petrobrás entraram na jogada, conseguindo acesso a informações e documentos confidenciais referentes à tecnologia exclusiva Petrosix, coisas estranhas começaram a acontecer.

Conforme já dito, a Petrobrás tinha interesse na exploração de óleo de Xisto na Jordânia, Marrocos e Estados Unidos da América. Contudo, já em 2010, dois anos após firmado o contrato, os planos haviam dado certo apenas na Jordânia.

Com a autorização do governo jordaniano, a estatal brasileira pôde dar início ao seu projeto. Porém, dado o alto custo da empreitada, teve de buscar um parceiro para dividir os riscos (e, obviamente, os lucros). Entra, então, na jogada um banco canadense de nome Forbes e Manhattan que atua principalmente na área de mineração, o qual possui participações e/ou opera mineradoras no Canadá, Peru, Brasil, Argentina, Ucrânia e África do Sul.

Eventualmente, serão reveladas as ligações escusas desse banco com certas figuras da política nacional. Por ora, basta sabermos que a parceria com o Forbes e Manhattan iria resultar em um enorme prejuízo para a Petrobrás.

Um ano depois firmado o contrato entre ambas as partes, o gerente geral da Petrobrás Six descobriu que uma empresa controlada pelo Forbes e Manhattan, a Irati Energia estava se apresentando no mercado como detentora de uma tecnologia de extração de xisto, que seria uma versão aprimorada do Petrosix. Ademais, dois fatos chamavam a atenção para a possibilidade de espionagem e pirataria industrial: 1) em suas apresentações a Irati Energia exibia informações confidenciais da SIX; e 2) a empresa chegara a requerer licença para pesquisar e minerar em locais próximos à planta, áreas estas que haviam sido mapeadas em estudos geológicos confidenciais realizados pela própria Petrobrás SIX.

Então, ficava a pergunta: como isto poderia ter ocorrido? Bem, certamente pessoas que tiveram acesso aos documentos confidenciais poderiam tê-lo repassados ao Forbes e Manhattan e a sua empresa controlada, a Irati energia.

Não coincidentemente, a Petrobrás descobre que o referido banco estava tentando negociar à parte (sem envolver a estatal) a prospecção de petróleo com o governo jordaniano, sendo que ambos tinha um acordo de fazer isto em conjunto.

Dada a quebra de confiança, a Petrobrás rompeu as relações com o Forbes e Manhattan.

Quanto à possibilidade de espionagem e pirataria industrial do Petrosix, a suspeita recaiu sobre Jorge Hardt Filho e os outros ex-funcionários que haviam sido contratados pela Engevix.

As suspeitas foram se aprofundando quando a estatal descobriu que Jorge Hardt e os outros funcionários requereram patentes no exterior de um processo de extração de petróleo de xisto muito semelhante ao Pretrosix.

Já estávamos no final do ano de 2012. A Petrobrás decidiu abrir uma investigação interna, a fim de averiguar todo ocorrido.

Chegaram à conclusão de que o Banco Forbes e Manhattan e todas as suas empresas controladas utilizaram-se informações privilegiadas, constatando que foram Jorge Hardt e demais ex-funcionários da Petrobrás contratados pela Engevix quem tiveram acesso às informações.

Vejamos recortes do Relatório da Comissão Interna de Apuração:

Reforçando a suspeita da atuação escusa de Hardt e demais ex-funcionários, a Comissão fez constar no relatório o seguinte:

Frisou-se ainda que as informações protegidas por acordo de confidencialidade, em contrato firmado entre a Petrobrás e a Engevix

Ao final do relatório, a Comissão Interna de Apuração tira, dentre várias, as seguintes conclusões:

A empresa FORBES&MANHATTAN e suas associadas IRATI ENERGIA e GOSH também se utilizaram de conhecimentos e imagens da PETROBRAS em prospecção de negócios e em apresentações a terceiros, disponibilizando-os na internet”.

[…] as empresas FORBES&MANHATTAN e suas associadas IRATI ENERGIA e GOSH devem ser notificadas extrajudicialmente, para obstar o prosseguimento da utilização indevida dos conhecimentos da PETROBRAS”.

 “A Comissão entende também como desaconselháveis futuros contratos com a empresa Forbes e Manhattan e qualquer empresa a ela vinculada direta ou indiretamente”.

Contudo, o Banco Forbes e Manhattan apareceria no cenário político nacional novamente, como será visto em momento oportuno.

As conexões com a Operação Lava Jato

A esta altura do campeonato todos sabemos que a Operação Lava Jato foi uma operação arquitetada pelos Estados Unidos da América para reorganizar o regime político brasileiro, perseguindo o principal representante no nacionalismo brasileiro (o presidente Lula).

Objetivou colocar políticos totalmente servis aos interesses americanos no comando do país, para que então pudesse aprofundar o controle do imperialismo sobre a economia nacional, intensificando o processo de liquidação da indústria brasileira. A operação conseguiu ir longe e liquidou boa parte da indústria, perseguiu e prendeu o presidente Lula. No fim, acabou desmoralizada, mas causou danos inestimáveis ao povo brasileiro.

E onde a Lava Jato entra no presente caso?

Ora, uma das principais empresas afetadas pela Lava Jato foi a Petrobrás. O desmantelamento da estatal sempre foi um dos alvos prioritários do imperialismo. Tanto é assim que ela vem sendo progressivamente privatizada desde a operação e do Golpe de 2016.

Durante o ataque imperialista que a Lava Jato realizou contra a Petrobrás, várias pessoas foram presas. Dentre elas estão Demarco Jorge Epifânio e Jorge Luiz Zelada. Qual a relação destes nomes com o presente caso? Eles assinaram documentos com a Forbes & Manhattan em nome da estatal no caso da Petrosix, conforme a investigação interna realizada pela estatal.

Contudo, mesmo tendo suas vidas viradas ao avesso à época da Lava Jato, jamais veio à tona o caso da Petrosix, ou seja, a espionagem e pirataria industrial na qual estava envolvido Jorge Hardt Filho.

Outra investigada pela operação foi a Engevix, ex-empregadora de Hardt. Não é preciso dizer que seus negócios foram revirados de ponta a cabeça. Contudo, Jorge Hardt novamente se livrou.

Relembremos que sua filha, Gabriela Hardt, foi juíza comparsa de Sergio Moro na Lava Jato. Ela condenou Lula por ter supostamente recebido propina em forma de reformas em um sítio. Condenou José Dirceu por ter supostamente recebido propinas da Engevix. Contudo, a espionagem e pirataria industrial praticada contra a Petrobrás, que provavelmente contou com o envolvimento de seu pai enquanto contratado da Engevix, passou ao largo.

Em suma, a destruição da Petrobrás pelo imperialismo estava sendo realizada em dois fronts: de um lado, tínhamos os juízes Sérgio Moro e Gabriella Hardt, cujas peripécias já estamos cansados de saber. De outro, temos a espionagem e pirataria da tecnologia industrial da estatal, sendo Jorge Hardt um dos principais suspeitos.

A Família Hardt possui confiança do imperialismo

Recentemente, Gabriela Hardt esteve envolvida na armação para ressuscitar a imagem de Sérgio Moro, na tentativa de promovê-lo como uma figura de oposição ao presidente Lula, e, ao mesmo tempo, uma alternativa a Bolsonaro.

Criou-se uma farsa de que PCC tinha um plano para assassinar Sergio Moro. A operação que supostamente salvou Sergio Moro foi ordenada pela juíza Gabriela Hardt, conforme foi dito anteriormente. Cumpre relembrar também que Hardt não era a juíza titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, local onde o processo corria. Ela estava substituindo outra juíza, que havia convenientemente saído de férias na semana anterior.

Inúmeros outros indícios de armação foram apontados por este Diário e por outros órgãos da imprensa de esquerda.

A imprensa pró-imperialista, por sua vez, cartelizou-se para atacar o presidente Lula por ele dizer que o tal plano do PCC seria realmente uma armação e ter questionado a atuação de Gabriela Hardt.

Embora não se saiba a fundo todos os meandros por trás da armação, é certo que oimperialismo, a imprensa brasileira pró-imperialista e Sergio Moro confiam em Gabriela Hardt como um de seus lacaios.

Agora que a denúncia do jornalista Leandro Demori revelou o envolvimento de Jorge Hardt Filho no escândalo de espionagem e pirataria industrial contra a Petrobrás, empresa que é alvo prioritário dos EUA, resta claro que a família Hardt é de confiança do imperialismo.

O Governo Bolsonaro, o Banco Forbes e Manhattan e a Privatização da Petrosix

Agora serão expostas as ligações escusas do Banco Forbes e Manhattan com certas figuras da política nacional.

Estamos falando de Jair Bolsonaro, Hamilton Mourão e do alto comando das forças armadas.

Relembremos que uma das recomendações da Petrobrás feitas em sua investigação interna foi no sentido de serem desaconselháveis futuros contratos com a empresa Forbes e Manhattan e qualquer empresa a ela vinculada direta ou indiretamente.

Contudo, em 11 de novembro de 2021, sob o comando do general da reserva do exército Joaquim Silva e Luna, a Petrobrás assinou um contrato para a privatização da Petrobrás Six, justamente para o Forbes e Manhattan.

Ocorre que, durante o governo Bolsonaro, o banco se aproximou de membros ligados às forças armadas no executivo, inclusive o ex-vice-presidente, Hamilton Mourão, conforme reportagem do site Agência Pública.

Apesar do contrato assinado em 2021, a privatização foi concluída ao final de 2022, poucas semanas antes da troca de governo. E o foi por míseros R$ 210 milhões, valor pouco superior ao lucro registrado no ano anterior, segundo dados divulgados pela Federação Única dos Petroleiros (FUP).

Assim, o banco canadense, que havia realizado a espionagem e pirataria do Petrosix finalmente conseguiu o que queria. E por um preço de banana!

E quando isto ocorreu? Depois do golpe de Estado de 2016, sob a gerência de um governo totalmente pró-imperialista, o governo de Bolsonaro e do Alto-comando das Forças Armadas.

A CIA já espiona o Brasil e o petróleo brasileiro desde a década de 1960

Não é de hoje que os Estados Unidos demonstram interesse em controlar as reservas de petróleo brasileiras. Afinal, estão entre as maiores do mundo. Alguns estimam que seriam as maiores.

Desde a década de 1960, a Agência Central de Inteligência (CIA) vem constantemente espionando os governos e brasileiros e o Estado nacional, mantendo constante vigilância sobre a política referente ao nosso petróleo.

Pouco antes do golpe militar de 1964, os Estados Unidos acompanhavam com atenção as negociações entre Brasil e União Soviética no setor petrolífero. O imperialismo demonstrava preocupação que investimentos da URSS pudessem impulsionar uma industrialização do Estado brasileiro e, por conseguinte, o seu desenvolvimento econômico.

Outro foco de preocupação é que, sendo um Estado Imperialista, os EUA precisam monopolizar o comércio da matéria-prima e também da exportação de capital. Então, não seria aceitável permitir a penetração da URSS no mercado interno brasileiro. Muito menos permitir um livre desenvolvimento do capitalismo no Brasil, com o mesmo explorando o total potencial de suas reservas energéticas.

Fazendo um salto temporal para o século XXI, a espionagem norte americana continuou firme e forte.

Conforme denúncia feita por Julian Assange, em 2013, o Brasil é o país da América Latina mais espionado pelos Estados Unidos

No mesmo ano, um escândalo veio à tona com o vazamento de documentos pelo analista da NSA, Edward Snowden, comprovando que a agência norte-americana estava espionando a então presidenta da República, Dilma Rousseff e, além disso, a própria Petrobrás, possivelmente para obter vantagens nos leilões do Pré-sal, uma das maiores reservas de petróleo do mundo.

Recentemente, em novembro de 2022, foi noticiado que petroleiras americanas desaceleraram a produção de petróleo de xisto. Por qual razão? Pelos altos custos da produção, os quais aumentaram em consequência da escalada inflacionária; esta, por sua vez, decorrente do revés político que o imperialismo está enfrentando na Ucrânia.

Sendo assim, uma tecnologia mais barata e mais eficiente como o Petrosix brasileiro é um grande atrativo para ser alvo de espionagem e pirataria industrial.

Embora a espionagem e pirataria da tecnologia tenha sido realizada há cerca de uma década, seus resultados ainda continuam a ser de grande valia ao imperialismo. Pois a privatização da planta ainda pode ser revertida, haja vista que o governo Lula tem agora 15 meses para passar o controle total aos canadenses da recém-privatizada Petrosix.

Conclusões

Consideração que, em política, coincidências não existem, podemos chegar às seguintes conclusões:

Jorge Hardt Filho teve acesso a informações confidencias da Petrobrás, referentes às tecnologia Petrosix, de extração de petróleo do xisto. Eventualmente, essas informações confidenciais foram utilizadas pelo banco canandense Forbes e Manhattan em proveito próprio: a tentativa de prospectar negócios de extração e petróleo de xisto.

Quando teve acesso às informações confidenciais, Jorge Hardt trabalhava para Engevix, empresa que chegou a ser devassada de cima abaixo pela Operação Lava-Jato. Contudo, Jorge Hardt saiu incólume da investigação feita pela operação golpista. Curiosamente, sua filha, Gabriela Hardt, foi uma das principais juízas, sendo comparsa de Sergio Moro.

A Lava-Jato destruiu boa parte da indústria brasileira, e foi (e continua sendo) responsável direta e indiretamente pela entrega da Petrobrás ao capital estrangeiro. Em outras palavras, atuação de Gabriela Hardt e a de seu pai representam os mesmos interesses: os do imperialismo em roubar as riquezas nacionais.

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