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Campanha eleitoral

PCO imprime panfletos mesmo contra a vontade do TSE

Militância do Partido vem conseguindo os meios para superar barreiras impostas pela Justiça Eleitoral


Se algo que a história do movimento operário nos ensina é não se abater com as dificuldades criadas pela burguesia e pelos seus instrumentos “democráticos” contra a classe trabalhadora.

Por isto, o Partido da Causa Operária está rodando o seu material de campanha mesmo sem ter recebido o valor do fundo eleitoral a que tem direito. O apoio financeiro dos militantes e simpatizantes tem permitido superar mais esta arbitrariedade do Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre “democrático” de Morais.

O esforço do partido e dos comitês de luta garante que a campanha pela eleição de Lula e por um governo dos trabalhadores ganhem as ruas. Ainda que não na dimensão desejada. Mas Marx, Engels, Lenin e Trotsky nunca disseram que seria fácil.

É fundamental que esclarecer que já transcorreram sete dias da manifestação do Ministério Público Eleitoral dizendo não existir base jurídica para o bloqueio do fundo eleitoral no valor de 3 milhões de reais. Uma quantia ínfima frente aos quase 800 milhões de reais do União Brasil da candidata “patricinha” Soraya Thronicke ou aos mais de 360 milhões de reais do Movimento Democrático Brasileiro da candidata “ruralista” Simone Tebet.

Contudo até a última quarta, dia 6, o Ministro “protetor de democracia” não emitiu a sua decisão, mesmo para confirmar a sua postura arbitrária. Faltam 27 dias para o término do primeiro turno das eleições. É mais uma etapa na perseguição promovida pelo Judiciário iniciada em junho último quando as redes sociais do partido (Instagram, Facebook, Tik Tok e Twitter), além do canal do You Tube do Diário da Causa Operária foram bloqueadas pelo calvo Ministro. Graças ao esforço dos militantes outras redes sociais foram criadas.

Esta situação mostrou a relevância de adotar as práticas históricas dos partidos operários e revolucionários, ou seja, sustentar-se na sua própria organização, na classe operária e nos apoiadores.

As bases partidárias responderam a este desafio, entretanto é preciso ampliar o alcance da campanha financeira. Logo quem ainda não contribuiu ou não a divulgou tem a tarefa revolucionária de conseguir os recursos para a produção de panfletos, cartazes e adesivos.

As doações podem ser feitas de duas maneiras: Ou através do site https://doe.pco.org.br/ onde a doação pode ser feita ou por cartão de crédito ou boleto bancário ou através da compra dos bônus de campanha com a simpática figura do mascote do partido, a formiga operária Lenito Silva com algum dos militantes do partido.  Seu nome é uma homenagem a um dos maiores revolucionário de todos os tempos, Lenin. Qualquer valor é bem-vindo, pois uma grande quantidade de pequenos valores pode produzir as quantias necessárias para a esta campanha.

As doações não podem ter ou origem estrangeira, ou oriundas de entes públicos e pessoas jurídicas, de autoridades públicas e de pessoas físicas que exerça atividade comercial decorrente de permissão de algum serviço público. Quem doa precisa ser cidadão brasileiro e o cartão de crédito precisa ser emitido no Brasil.

Um esclarecimento: pela legislação eleitoral, é considerado autoridade pública quem pessoas físicas que exerçam função ou cargo público de livre nomeação e exoneração, ou cargo ou emprego público temporário, ressalvados os filiados a partidos públicos.

Os panfletos mais do que pedir o voto no 29, número do partido, apresentam os seus candidatos para governadores, senadores, deputados federais e estaduais com uma pequena biografia. Todavia o mais relevante deste material é a concretização do apoio incondicional a eleição do Lula. Todos trazem a imagem da principal liderança política e trabalhadora do Brasil e provavelmente do Mundo com o seu número 13 para ser digitado na “sagrada e inviolável” urna eletrônica do probo TSE.

Todos os panfletos trazem também as principais propostas do partido para o Brasil. Como é defendido que os candidatos são candidatos de um partido e não candidatos de si próprio como acontece em partidos da esquerda pequeno burguesa como o PSOL entre outros não é algo surpreendente.

Como consta no plano de governo do candidato a governador do Rio de Janeiro, o operário aposentado e anistiado político Luís Eugênio Honorato: “Para o PCO, as eleições são uma tribuna (e apenas mais uma) de propaganda das reivindicações fundamentais da população explorada, principalmente o socialismo e o governo operário”.

As dez propostas visam a se alcançar uma mudança real no Brasil. Certamente mesmo os partidos de esquerda não possuem coragem de defende-las com energia dos candidatos do PCO.

  • Reajusta de 100% dos salários para combater a carestia.
  • Redução da semana de trabalho para 35 horas semanais para criar milhões de novos empregos.
  • Restabelecimento de todos os direitos trabalhistas retirados da CLT, fim da terceirização, carteira assinada e direitos para todos.
  • Confisco do latifúndio, terra para quem nela trabalha.
  • Cancelamento de todas as privatizações, empresas construídas pelo povo para servir ao povo controladas pelos trabalhadores
  • Estatização do sistema financeiro para desenvolver o País
  • Defesa das liberdades democráticas, liberdade de impressão irrestrita, direito de armamento para todos, direito de greve irrestrita, liberdade irrestrita de organização política e sindical, fim da Policia Militar
  • Fora o imperialismo, nenhuma ingerência estrangeira sobre a Amazônia (Brasileira), petróleo e energia elétrica 100% estatais e nacionais.
  • Defesa de saúde e educação públicas e gratuitas, fim do vestibular, moradia para todos.
  • Reforma política e jurídica, com o fim do STF e por um governo dos trabalhadores, pelo socialismo.

A perseguição jurídica sofrida pelo PCO não se limita ao bloqueio ilegal do fundo eleitoral ou das suas redes sociais. Somasse agora a censura às repercussões das declarações de seus candidatos ao Diário da Causa Operária.

Na última sexta, o TSE determinou a remoção da Internet o conteúdo que trazia as declarações do indígena Magno Souza, candidato a governador de Mato Grosso do Sul sobre a relação da senadora Simone Tebet com a violência sofrida pelos índios no estado.

Atendendo pedido dos advogado da candidata do MDB  a presidência da República foram apagadas  ser apagadas uma postagem no Twitter do Movimento de Apoiadores do Partido da Causa Operária, um vídeo no canal do PCO em que o candidato do Partido ao governo do MS, o índio guarani Magno Souza, denuncia a repressão contra o seu povo durante o XI Congresso Nacional do Partido e, também, uma entrevista com o mesmo candidato publicada no Diário Causa Operária. Uma demonstração da importância da manutenção da imprensa impressa para superar os ataques à liberdade de expressão na Internet.

Não existe dúvida que o PCO vai sair mais fortalecido desta perseguição promovida pela burguesia através destas chamadas “instituições democráticas”.


COTV

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