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Tentáculos de Israel

O lobby sionista está por trás de Walfrido Warde e do IREE

Escritório e instituto do padrinho político de Boulos têm, como principais dirigentes, pessoas ligadas ao regime político sionista.


Walfrido Warde, amigo pessoal de Boulos e seu chefe no IREE, intermediou a contratação de Sérgio Moro com a função de enfrentar judicialmente a Vale, maior empresa brasileira, para defeder o bilionário israelense Benjamin Steinmetz, acusado de lesá-la em mais de 2 bilhões de dólares. O caso era o seguinte: o bilionário teria corrompido a esposa do ex-presidente da Guiné para comprar a licença de exploração de minérios no país por 165 milhões de dólares; e revendeu 51% da concessão à Vale por 2 bilhões de dólares. Em processo que corre na Guiné, o israelense foi condenado a indenizar a empresa brasileira em 1,2 bilhão.

A defesa de Steinmetz alegou, como forma de defesa, que a Vale sabia de todo esquema. Convém lembrar que “a defesa” em questão é Walfrido Warde, o advogado do israelense. E quem fez um parecer acusando a empresa de ter conhecimento do esquema foi justamente Sérgio Moro (o caso, à época, ganhou tanta notoriedade que mesmo o The Intercept fez matéria referente ao caso).

Para lesar a empresa brasileira, Moro, a mando de Warde e Steinzmen, produziu este parecer. O parecer se baseia em espionagem contra a empresa nacional. Ele diz, de maneira literal: “foram efetuadas em investigação privada contratada pelo Consulente com a empresa israelense Black Cube”. Ocorre que tal empresa é uma empresa de inteligência (ou seja, de espionagem); ou seja, uma empresa estrangeira espionou uma empresa nacional e, com isso, ofereceu material a Sérgio Moro, agenciado por Warde, para que o ex-juiz fizesse um parecer atacando a empresa.

Com esse parecer de Sérgio Moro, encomendado por Walfrido Warde, fica claro que Warde atua em favor do Estado genocida de Israel, isto é, em favor do lobby israelense contra os interesses nacionais, contra as empresas do Brasil. Existe um lobby promovido por Israel, que é um Estado imperialista, que massacra os palestinos e serve aos interesses dos Estados Unidos, no Brasil. Nossa matéria, denunciando o caso em mais detalhes, está disponível aqui .

É preciso, aliás, explicar de que se trata o “lobby sionista”. Em primeiro lugar, é completamente falso e calunioso o ataque de que a denúncia deste lobby se trataria de uma posição antissemita: o lobby sionista faz referência a um setor da burguesia imperialista internacional, que é a burguesia ligada ao Estado de Israel. Ao denunciar a ligação deste setor da burguesia com a política dos outros países, de maneira alguma se defende uma identidade entre a burguesia judaica e todos os judeus. Ao contrário: a burguesia judaica é inimiga, inclusive, dos judeus. O Estado de Israel mantém uma opressão brutal principalmente contra os palestinos, mas também contra os operários e os trabalhadores judeus. O lobby sionista é um dos setores mais poderosos da burguesia imperialista e possui tentáculos em todos os principais países: ao se afirmar isso, que é verídico e incontestável, não se afirma de modo algum que todos os judeus de conjunto são responsáveis por golpes de Estado ao redor do mundo; muito pelo contrário, eles também são vítimas deles.

No que concerne à atuação da burguesia judaica no Brasil e seu lobby, isto é, sua associação para garantir seus interesses, Thomas de Toledo publicou uma matéria no Diário Liberdade. A matéria denuncia, inclusive, que os sionistas passaram a controlar os principais e mais estratégicos do país durante o governo de Michel Temer, demonstrando a forte atuação deste lobby no golpe de Estado.

Raul Jungmann foi ministro da Defesa, o sinistro Sérgio Etchegoyen foi ministro da Inteligência e o presidente do Banco Central foi Ilan Goldfajn. Além disso, segundo o Wikileaks, Michel Temer trabalhava para a inteligência norte-americana (documento 1 e documento 2), o que demonstra a sua ligação com a principal ala do imperialismo.

Não obstante, Raul Jungmann e Sérgio Etchegoyen, sionistas que compuseram a ala mais importante do governo controlado de fora do Brasil de Michel Temer, trabalham no IREE, mesmo instituto que emprega Guilherme Boulos e é coordenado por Walfrido Warde. A nossa série de reportagens sobre o escândalo Boulos-IREE demonstrou a ligação do psolista com Walfrido Warde.

Boulos é intimamente ligado a Walfrido Warde, que não só atuou em favor do bilionário israelense contra a Vale, pela via da espionagem, como segue atuando em favor de Israel contra os interesses nacionais – é o que demonstra seu instituto ser controlado por Jungmann e Etchegoyen, verdadeiros funcionários do Estado de Israel em nosso país.

E Guilherme Boulos, impulsionado pela Folha de São Paulo como suposto “novo Lula”, na realidade, mantém estreitas ligações com todas essas pessoas. Ele é empregado, isto é, funcionário do IREE: ou seja, tem como patrão Walfrido Warde, que atua em favor do lobby israelense contra o Brasil, tendo, inclusive, ligações com a espionagem realizada contra a Vale; além de Jungmann e Etchegoyen, que são sionistas, ex-ministros do governo de Temer e possuem ligações com Israel. As ligações de Boulos com os representantes no Brasil do lobby do Estado de Israel e da burguesia judaica são, no mínimo, completamente inadmissíveis para alguém que se apresente como esquerdista.

É preciso, por fim, lembrar do verdadeiro massacre que o Estado genocida de Israel realiza contra o povo palestino. O Estado foi criado para atender aos interesses dos Estados Unidos e possui, hoje, tentáculos por todo o mundo, inclusive no Brasil. É um Estado verdadeiramente fascista, que realiza um apartheid contra o povo palestino e o conjunto do povo árabe. É comum ver, inclusive, cenas de militares israelenses, fortemente armados, atirando contra civis que apenas têm paus e pedras para se defender – ou ver militares israelenses agredindo, torturando e matando crianças palestinas.

É uma situação de completa opressão imperialista no Oriente Médio. É um Estado verdadeiramente inimigo do povo, é um Estado que precisa deixar de existir. Israel é um tentáculo dos Estados Unidos no Oriente Médio, e sua burguesia atua em todos os lugares do mundo, espionando e perseguindo quem vá contra seus interesses. Israel é a principal representação do imperialismo na região: qualquer pessoa, não apenas marxista, mas minimamente democrática, não pode manter qualquer relação com esse Estado, mas deve denunciá-lo e combatê-lo energicamente. Sérgio Etchegoyen é um general bolsonarista, que defende a Ditadura Militar, e Walfrido Warde atuou e segue atuando contra os interesses nacionais. Estes fatos só podem levar à conclusão lógica, apoiada nas ligações do instituto com o Global Americans e com o NED, de que o IREE é um instituto pró-imperialista.

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