CBF manda uns trocados

Jogadoras estão sem receber no futebol brasileiro

Se o futebol masculino está em crise, imagine as jogadoras do feminino

Segundo a CBF e as instituições de cada estado que comandam o futebol e também times e seus dirigentes, colocam que o futebol está em um colapso financeiro por meio da pandemia do Covid-19, em todas as suas modalidades, seja masculino ou feminino.

Se os grandes clubes de ponta do país que arrecadam milhões, estão mandando embora seus jogadores, congelando salários e até reduzindo, imagina times de baixo escalão.

O futebol feminino que é pouco valorizado pelos grandes empresários capitalistas, pela TV Globo golpista e até mesmo a CBF, é ainda mais preocupante. Tentando visar à jogadoras que atuam nos times do brasileiros, das séries A1 e A2, providenciou umas “quilhe rinhas”, como se fosse um “auxilio emergencial”, para amenizar as perdas pelo efeito da pandemia, garantindo menos que um salário mínimo no valor de até R$ 500,00 reais para as jogadoras, ta mais fácil receber o “auxilío” do congresso que é uma “quilherinha”, com R$100 reais a mais.

Bom assim era para ter sido, destinando esse “auxilio emergencial” como um salário para elas, mais o resultado dessa política desastrosa foi outra. A CBF repassou esse “auxilio emergencial” para as mãos dos dirigentes, empresários capitalistas que não entendem nada de futebol e apenas visão o lucro, e apenas o lucro.

Sem nenhuma fiscalização em torno desse pequeno apoio emergencial, temos clubes onde dirigentes, não repassaram nada e ainda desviaram esse auxilio para outros fins, como eles pensam apenas no lucro deles, usaram para ter menos prejuízo pessoal, deixando as jogadoras sem nada, sem salário, assim sem comida, de mãos atadas.

A CBF não tem uma política séria para garantir a integridade emocional e financeira dessas jogadoras.

Compete que a CBF exija em primeiro de tudo dos clubes e federações, a proibição das demissões de qualquer jogadora pelo meio da desculpa da pandemia. Nenhum dinheiro para mãos de especuladores e empresários, e sim exigir a estatização do sistema financeiro de cada clube. Redução da jornada de trabalho, sem redução dos salários.

Assim garantido todo o direito para cada jogadora, principalmente para as que mais necessitam que quase nada ganha como salário. Temos no Brasil casos de centenas jogadoras que nem salário tem, apenas uma ajuda de custo para alimentação e transporte público. É necessário que a CBF exerça uma política séria que garanta a essas jogadora tem um salário digno e fiscalize toda essa conduta de dirigentes e empresários que nada querem agregar para o futebol e sim para encher mais o seus bolso de dinheiro.

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