Segundo análise do Gabinete de Estudos da Associação dos Artesãos e Pequenos Empresários do Mestre (CGIA), a estimativa de contração de 9,7 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) implicará um regresso ao nível nacional de 1998, passando de 25 1.722 euros em 2019 a 23.238 em 2020.
O golpe será mais duro para os territórios localizados no sul da península onde, indica o relatório, haverá um retrocesso de 31 anos, com rendimentos comparáveis aos de 1989, indicou a fonte.
Por regiões, os mais afetados serão o norte do Trentino-Alto Adige, com 3.645; Lombardia, 3.613; Valle D’Aosta, 3.433; e Emilia Romaña, 3.229, enquanto Sardenha, 1.585; Molise, 1.515; Sicília, 1.307; e Calábria, 1.270, no sul e nas ilhas.
Os pesquisadores alertaram em suas conclusões que os dados coletados até o último dia 13 de outubro não levaram em consideração a incidência das disposições contidas nas últimas portarias para tentar conter a epidemia, de modo que a situação descrita pode ser pior.
Por seu turno, o presidente do Gabinete de Estudos CGIA, Paolo Zabeo, destacou que ‘com menos dinheiro no bolso, mais desempregados e muitas atividades que vão fechar as portas antes do final do ano’, corre-se o risco de as ‘gravíssimas dificuldades econômicas’ levam a uma perigosa crise social.




