O prefeito golpista da cidade de São Paulo, Bruno Covas, anunciou que os passageiros dos ônibus municipais viajariam sentados respeitando distanciamento entre as pessoas como medida de prevenção ao contágio do novo coronavírus. Assim como os governadores ditos “científicos” como João Doria, Wilson Witzel e Ronaldo Caiado voltaram atrás da questão do confinamento e do fechamento do comércio, Covas também voltou atrás e resolver liberar passageiros a viajarem em pé desde que se respeite o distanciamento social.
Essa medida obviamente não passa de pura demagogia, o que o prefeito tucano pretende é liberar a circulação dos ônibus com máximo de lotação. A cidade de São Paulo é o epicentro da crise epidemiológica da COVID-19 no país, portanto seria necessário oferecer um maior número de ônibus para a população, bem como, a distribuição gratuita de máscaras a todos passageiros e disponibilizar álcool gel em todos os carros. Estas medidas ajudariam a minimizar os riscos de contaminação das pessoas, mas não resolveriam o problema.
O sistema de saúde municipal já entrou em colapso, não há leitos disponíveis para as pessoas que estão sendo infectadas pelo vírus e não há respirados para as pessoas já internadas. A única saída para a crise seria interromper as atividades do comércio e da indústria deixando aberto somente o que realmente é essencial, o que significa dizer que não são os mesmos critérios de Bolsonaro, para testar o maior número de pessoas possível para mapear e identificar a propagação da doença.
Além disso, seriam necessárias um conjunto de medidas para não deixar a população desempregada, bem como, prestar assistência às crianças em idade escolar que estão sem merenda dentre outras tantas medidas para amparar o povo paulistano. É claro que o prefeito golpista não tem qualquer preocupação com a vida das pessoas, sua preocupação é apenas com os custos que implicariam todas estas medidas e por isso resolveu manter os ônibus circulando sem qualquer restrição em sua ocupação pelos usuários.
O prefeito da maior cidade do país não se difere em nada dos governadores golpistas e tampouco de Bolsonaro. Todos eles Bruno Covas, João Doria, Wilson Witzel, Ronaldo Caiado, Ratinho Jr., Romeu Zema e Jair Bolsonaro não passam de genocidas que preferem salvar os lucros dos grandes capitalistas ao invés de investir em medidas que salvariam a vida das pessoas. Portanto, é preciso convocar as massas para ocuparem as ruas a derrotar o golpista Bolsonaro e de todos esses golpistas que ajudaram a eleger este governo.





