Imperialismo genocida em ação

Bolívia e Equador preferem que o povo morra ao receber ajuda de Cuba

Governantes de Bolívia e Equador preferem povo morrendo do que receber ajuda de Cuba

Seguimos em crise em todo o mundo em razão de um vírus que se alastra dia a dia por todo o planeta. Se existe um período de união entre os povos, chegou a hora de colocar em prática. Até porque o vírus não escolhe classe social, etnia, nacionalidade ou ideologia. No entanto, não é o que ocorre com cerca de 27 milhões de habitantes de dois países da América do Sul onde proíbem esse acesso ao povo: Equador e Bolívia, coincidentemente duas nações governadas por neoliberais.

A Bolívia conta com cerca de 10 milhões de habitantes e viveu a contribuição dos médicos cubanos durante praticamente todo o governo de Evo Morales. desde 2006 e especialmente cuidando na “Missão Milagro” de devolver a visão a milhares de pessoas – na verdade no Caribe e América do Sul foram mais de 3 milhões (TRÊS MILHÕES) de pessoas que voltaram a enxergar graças à Operação Milagro que Cuba desenvolveu e aplicou nesses locais durante dez anos.

O que mudou daquele período para agora? Em 2019 um golpe de estado na Bolívia tirou o presidente eleito Evo Morales do governo e a deputada Jeanine Áñez se autoproclamou presidente do país com grande estardalhaço e retirando a bandeira whipala dos povos bolivianos substituindo-a pela bíblia. No mesmo ano, expulsou os médicos cubanos que atendiam às populações mais pobres do país.

Com a pandemia do Covid-19 se alastrando, o candidato presidencial Luis Arce (do MAS – partido de Evo) em contato com o governo cubano e com sua anuência, solicitou à presidente de fato que ao menos momentaneamente deixasse de lado suas posições políticas para pensar na saúde do seu povo nessa situação emergencial que vivem os países. Nem sequer apelando pela vida dos bolivianos a senhora Áñez aceitou a contribuição que Cuba já teria colocado à disposição. Segundo a presidente de fato, a Bolívia não necessitaria da ajuda uma vez que seu contingente médico e sistema de saúde seriam suficientes para combater o coronavirus.

No Equador, que já contabiliza 199 casos em um país que conta com cerca de 17 milhões de habitantes, se deu o mesmo com o presidente ultraneoliberal e traidor Lenin Moreno, Naquele país, nesta quarta-feira (18) a Confederação dos Povos e Camponeses do Equador (FEI) fez o mesmo pedido ao presidente: para que se reative o convênio de saúde com Cuba que funcionou de 1992 a 2013 durante o governo do presidente Rafael Correa . Tal reativação incluiria a aquisição do medicamento Interferon Alfa 2B utilizado de forma eficaz no tratamento de pacientes na China. Até o momento, apesar da crise emergencial e do número crescente de casos do Covid-19, o presidente não se pronunciou. Afinal, Lenin Moreno expulsou do país os cerca de 400 médicos cubanos que ali atuavam em atendimento às populações mais pobres do Equador.

Nada diferente do que aconteceu no Brasil com o atual governo vassalo do império estadunidense – como, a propósito, os atuais governos dos países aqui analisados.
Não pode ser coincidência. Governos como os da Venezuela e Nicarágua contam com a cooperação cubana na questão de saúde e principalmente agora com a pandemia que assusta o planeta. Hoje (19) chegou à Nicarágua a Brigada Internacional Henry Reeves – criada pelo Comandante Fidel Castro – que conta com médicos e medicamentos cubanos para contribuir no combate ao coronavirus.

Bolivianos, equatorianos e brasileiros, dentre outros, não terão a mesma sorte. A ideologia cega de seus governantes não permite. Não é somente o vírus que mata. A ignorância, a insensatez e a irresponsabilidade de governos lacaios do império estadunidense são suas cúmplices.

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