A ministra golpista da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, fez uma medida provisória para regulamentar o ensino domiciliar – uma das metas dos 100 primeiros dias de governo de Jair Bolsonaro (PSL), também conhecida como “homeschooling”, foi vetada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado.
A medida provisória será encaminhada ao Congresso no dia 1º de fevereiro para deixar que os pais escolherem se seus filhos devem ser ensinados nas escolas ou em sua própria casa.
Educadores ressaltaram que o ensino domiciliar faz com que a criança seja criada dentro de uma “bolha”, não tendo contato com opiniões divergentes das suas e outras realidades, o que contribuiria “para a fragmentação da sociedade, para a polarização e para o extremismo”.
Um retrocesso em uma sociedade cada vez mais globalizada e integrada pelas redes sociais, uma medida fascista e retrograda contra a escolas e os debates que podem ser promovidos nelas.
Os professores são uma categoria grande e organizada. São uma das maiores categorias de trabalhadores do Brasil e a Apeoesp é um dos maiores sindicatos da América Latina.
O objetivo dos fascistas é destruir o ensino público e gratuito para todos, pois essa “escola domiciliar” é reservado somente para a elite e remete aos séculos XIX. Somente com a mobilização dos professores e estudantes vamos barrar todos os ataques que estão sendo promovidos contra as escolas.




