O capitalismo, em sua fase atual, volta-se única e exclusivamente para a garantia dos lucros bilionários para os patrões, em detrimento da saúde e das condições de vida de toda a população. Um exemplo disso pode ser verificado em uma operação do Ministério da Agricultura, na qual resultou na proibição da venda de seis marcas de azeite de oliva no país. O motivo: não era azeite de verdade, os produtos eram falsificados pelos empresários.
As marcas Oliveiras do Conde, Quinta Lusitana, Quinta D’Oro, Évora, Costanera e Olivais do Porto, eram produzidas com uma mistura de óleos diversos, porém não continham azeite de oliva. Diante da fraude foi determinado a proibição da venda dos produtos e o recolhimento das unidades nos mercados.
O exemplo deste caso evidencia o verdadeiro caráter do atual modo de produção capitalista. Para se angariar mais lucros, vale tudo, inclusive colocar em risco a saúde de milhares de pessoas. O caso é semelhante com a história da origem da margarina, a qual foi criada como um substituto mais barato e de baixa qualidade à manteiga, com a intenção de manter os salários dos trabalhadores baixos.
A luta pela superação do capitalismo, ou seja, a luta em defesa do socialismo visa uma sociedade onde toda a produção não seja voltada para o lucro de uma minoria, mas para o bem-estar de toda a população.



